REMOVE SILENCE - Stupid Human Atrocity (Prog Rock é pouco para descrever tamanha complexidade e originalidade! Com Edu Cominato (Jeff Scott Soto), Hugo Mariutti e Fábio Ribeiro (ex Shaman)
AURAS - New Generation (Grande revelação do AOR/Melodic Rock brasileiro. Um dos melhores do estilo em anos!)
Estive em
contato com Robin Ericsson da banda
sueca DEGREED esta semana para saber
das novidades, afinal de contas, a banda fez um belíssimo trabalho no ano
passado com “We Don’t Belong”, álbum
que figurou entre os melhores de 2013 nesta humilde página.
Robin me disse que no momento estão
compondo novas músicas para o álbum de número 3 e elas soam incríveis. O
vocalista também disse que a resposta para “We Don’t Belong” foi ótima e que a banda quer lançar o novo álbum
ainda este ano, mas que nunca se sabe. Para finalizar, ele confessou que a
banda gostaria de fazer mais turnês.
Continuarei
acompanhando as notícias da banda e prometo trazer mais informações a vocês
sempre que possível. Torço para que eles consigam fazer mais shows para mostrar
sua ótima música a mais pessoas.
Finalmente
posso anunciar de forma oficial a entrevista em áudio (com legendas em
Português) com Darren Wharton, vocal
e líder do DARE. Conversamos sobre o
novo álbum, a sonoridade da banda e relembramos o começo de tudo. Está muito
legal, confiram neste domingo!
Será lançado
no dia 4 de Abril o novo álbum dos suíços do GOTTHARD, que leva o título de “Bang”. O guitarrista Leo Leoni e Charlie Bauerfeind produzem o álbum que segundo a divulgação “traz o hard rock e o puro espírito GOTTHARD e maravilhosas melodias de
rock combinadas.”
Duas coisas me
animam por enquanto sobre este lançamento: a mixagem de Ronald Prent que mostrou um belíssimo serviço no fantástico álbum “Lipservice” e também o trecho do single
“Feel What I Feel” (confira aqui) que será
lançado daqui a dois dias. A música parece ter a mesma pegada da época do
saudoso vocalista Steve Lee. O álbum
de estreia do vocalista Nic Maeder, “Firebirth”, não me agradou muito e
confesso que ainda estranho bastante a similaridade, às vezes enorme, de seus
vocais com os de Lee. Vamos aguardar
o álbum completo, mas por enquanto é animador o que ouvi!
E Abril será
um belo mês para quem gosta de hard rock. Além do novo do GOTTHARD, também poderemos conferir o novo álbum dos suecos do H.E.A.T. – “Tearing Down The Walls”, que chega mais precisamente dia 9 de Abril
no Japão e Escandinávia, e dia 11 para Europa. Pouca música ouve-se no teaser abaixo, mas percebe-se que terá
produção caprichada. A banda vem lançando bons trabalhos e já deixou de ser uma
novidade no cenário. Vamos aguardar...
Fico muito contente quando novas bandas de qualidade surgem para manter e aumentar o interesse do público pelo estilo. Já lançado no Japão (sempre lá...) e a ser lançado na Europa no mês que vem o novo álbum da banda sueca DEGREED, “We Don’t Belong” (review aqui), realmente empolga! Novamente produzida por Erik Lidbom, a banda fez outro belíssimo trabalho, mesclando melodic hard rock com elementos mais atuais, dando um passo à frente se compararmos com seu fantástico debut, “Life, Love, Loss”, de 2010. O vocalista Robin Ericsson, que inclusive já chegou às finais do programa "Idols" da Suécia ("Ídolos" aqui), me atendeu bastante animado para contar mais detalhes sobre as origens da banda e o novo trabalho. Esta semana foi anunciada a saída de um dos guitarristas do grupo, Jesper Adelfelt, que alegou não ter tempo suficiente para se dedicar à banda e agora os suecos serão um quarteto. Está bem interessante o papo e recomendo o som da banda, pois é excelente e atual. Enjoy! (Denis Freitas)
ENTREVISTA
Oi Robin! Bom falar com você! É uma boa oportunidade para os fãs de rock do
Brasil conhecerem a banda. Você poderia nos contar um pouco sobre os membros da
banda? Vocês todos parecem ser bastante jovens, qual é a média de idade?
Pergunto isso porque é muito bom quando novas bandas de qualidade surgem e,
mesmo jovens, vocês soam como se fossem músicos experientes ...
Oi ! Estou honrado em fazer esta entrevista. Temos entre 23 e 26 anos de
idade. Eu e o baterista, Mats, na verdade somos irmãos. E Micke, o tecladista, é
nosso primo, então é meio que uma banda "família"! Daniel, o
guitarrista, já estudamos juntos. Eu o conheço há 10 anos. Temos a
banda há oito anos. Eu e Mats tocamos juntos desde sempre. Talvez isso explique
nossas habilidades como músicos.
Quando
vocês formaram a banda, houve alguma conversa a respeito de como vocês
gostariam de soar? Havia um projeto com planos profissionais para a banda logo
no início?
Quando formamos a banda, nós na verdade não tínhamos teclados. Então antes o
som era um hard rock mais direto. Depois de um ano ou dois, Micke se juntou à
banda e começamos a soar mais como somos hoje. Mas, quando começamos a banda,
nem sabíamos o que era "AOR". Nós só queríamos tocar algum tipo de
rock, eu acho. De qualquer forma, o "som DEGREED" realmente ganhou
vida quando começamos a trabalhar com Erik Lidbom, o produtor do nosso primeiro
álbum "Life, Love, Loss" e também do novo álbum "We Don’t
Belong".
DEGREED na época de "Life, Love, Loss" (2010)
Eu gosto
muito do primeiro álbum, "Life, Love, Loss", que teve ótimas críticas
ao redor do mundo. Como você se sente sobre este álbum após três anos de seu
lançamento? Ficou insatisfeito com alguma coisa nele?
Bem, muito obrigado! O fato de que teve ótimos comentários foi muito importante
para nós. Nos mostrou que fizemos algo certo, que as pessoas realmente gostavam
do que estávamos fazendo. Eu não diria que fiquei insatisfeito com alguma
coisa. Quero dizer, já era DEGREED naquela altura. Nós gravamos em um período
de três anos, começando com uma demo. As músicas “Arms of Misery”, “Catch the
Feeling” e “My Fall” foram na verdade gravadas em 2007, três anos antes
do lançamento. Então eu quero dizer que nós éramos jovens, mas isso era o que
conseguimos fazer naquele momento. Tenho orgulho do álbum. Foi o primeiro álbum
que lancei na minha vida! Com a minha própria banda! Minhas próprias músicas!
Isso significa muito.
Vocês
conseguiram fazer turnê para o álbum de estreia?
Nós fizemos vários shows na Suécia, mas só uma turnê no exterior. Foi com o VEGA,
no Reino Unido em novembro passado.
Life, Love, Loss (2010)
Agora vocês estão com um novo álbum "We Don’t Belong” e também estão em
uma nova gravadora. Por que vocês mudaram? Ficamos muito satisfeitos com o que o Andrew e a MelodicRockRecords fez
por nós e ele ainda nos ajuda. Mas sentimos que tínhamos que seguir em frente e
de alguma forma expandir.
O novo
álbum soa muito mais diversificado. Como aconteceu essa mudança? Na verdade, eu não sei exatamente. Eu acho que é onde estamos neste momento.
Mas vamos sempre tentar manter os “elementos DEGREED” porque não
queremos desapontar nossos fãs. É sempre saudável tentar novos caminhos na
música.
A
principal diferença que pude perceber em relação ao primeiro álbum é a
variedade de estilos, pois em "We Don’t Belong" há faixas de melodic
hard rock, como em "What if", um pouco de AOR em "In For a
Ride", mas também músicas mais pesadas e agressivas, como a faixa de
abertura "Black Cat", além de vários detalhes que mostram um som mais
atualizado, como back vocals gritados, por exemplo. Isso é ótimo, uma boa mistura
do clássico e do novo. Como você vê isso?
Eu acho
que uma coisa importante sobre as variações do som é que cada membro tem
diferentes origens, quando se trata de quais bandas ouvimos e tal. Eu na
verdade adoro punk rock. Mats gosta de coisas muito pesadas com vocais urrados
. Mike é só Yngwie. Eu acho que isso pode explicar um pouco.
We Don't Belong (2013)
Além
disso, você está soando mais agressivo em muitas faixas. As músicas
"pediram" este seu lado?
Se você
quer dizer EU como cantor, bem, talvez. Eu e Erik decidimos usar minha voz
agressiva o máximo possível, porque é algo especial. Sou eu. Eu tenho usado
esse lado da minha voz desde que eu comecei a cantar. Também traz ainda outro
elemento importante para o som! Nem todos os cantores podem controlar esse tipo
de voz.
Eu sempre
digo que a Suécia é hoje o maior país em termos de bandas de hard rock com um forte
lado melódico, mas também com um toque moderno. Bandas como TALISMAN, BAD HABIT
e, mais recentemente, ECLIPSE, W.E.T. e muitas outras. Essas bandas são
influências para vocês?
Eu não
diria que essas bandas são influências. A única banda que eu já escutei um
pouco é o TALISMAN, mas está longe de ser uma influência para mim. Mas eu gosto
dessas bandas.
Tenho que
dar os parabéns por sua performance vocal. Você parece gostar de cantar usando
uma ampla variedade de estilos e o faz bem. Quais são os cantores que você
admira?
Ah, eu
adoro esta parte da entrevista! (risos) Bem, eu sempre digo Jorn Lande de
primeira quando me fazem essa pergunta. Ele é o vocalista perfeito se você me
perguntar. Ele tem tudo. O lado sexy da voz de David Coverdale e a
agressividade de Dio. Mas eu adoro uma porção de cantores. É difícil mencionar
todos eles. Eu fico com o Jorn desta vez!
Vídeo oficial de "What If" do novo álbum "We Don't Belong"
Se você
pudesse escolher três bandas ou artistas para sair em turnê, quais seriam?
Isso é
uma pergunta complicada porque as bandas que eu gosto podem não ser bandas para
se fazer uma tour com o DEGREED. Mas se você me perguntar com quais
bandas eu gostaria de viajar, eu diria KISS, IRON MAIDEN e FOO FIGHTERS!
Gostaria
de deixar uma mensagem para o Brasil?
Obrigado
por ouvir a mesma música que eu adoro! Estamos juntos! E se você
gostar da minha banda DEGREED, serei sempre grato! Obrigado!
Semana passada fiquei devendo a nova faixa, "Night to Remember", do novo álbum da banda FERREIRA, do brasileiro Marco Ferreira (ou Marc Ferreira). O álbumque leva o título de "5" deve ser lançado em Novembro pela MelodicRock Records. A faixa está bem legal, um misto de DEF LEPPARD com FIREHOUSE em minha opinião e, por tratar-se dos mesmos integrantes, também soa bem similar ao GOODBYE THRILL. Confiram abaixo:
Entrei em contato com Marco para saber mais detalhes sobre o álbum e ele comentou com empolgação detalhes da gravação de "5" :
Sobre tempo e detalhes da gravação:
"Da pré-produção até a master levou um ano. As guitarras foram
gravadas algumas vezes até achar a captador certo, menos distorção e
mais crunch. Acabei usando o Seymour Duncan Pearly Gates na maioria.
Com os
vocais eu tive que esbanjar mesmo. É meio que a marca registrada da banda e
tendoDarioeAlexnos shows, backing vocal ao vivo eu
sei que tem de sobra sem usar playback, como a maioria das bandas usa.
Mix e
master... Isso aí demorou. Muita guitarra, muito backing, muita batera, muito
tudo... Para mixar o CD todo é hard work e masterização... Fiz umas 30 até
achar a melhor para o CD."
Sobre sua evolução como produtor:
"Estou
sempre aprendendo mais e mais em termos de produção. Não se pode saber tudo,
tem sempre alguma coisa nova para aprender, Um toque aqui, ali, uma sugestão de
plugin de algum amigo... É o quinto CD doFERREIRAque eu produzo. Fica um pouco melhor a
cada um. Estou 100% satisfeito com o "5". OAndrewé bem exigente com a qualidade das
bandas. E se está bom para aMelodicRock
Records, é um bom sinal."
Enquanto isso, ficamos aguardando o álbum completo! ______________________________________________________________ DEGREED NO ROCKIN' INTERVIEWS DESTE SÁBADO
Neste sábado (24 de Agosto) o vocalista e baixista da banda sueca DEGREED, Robin Ericsson, fala para o BRM com exclusividade. Não percam!
Quanto mais tento evitar as bandas da
Suécia para não parecer que só recomendo bandas daquele pais, mais aparecem
bandas de qualidade vindas de lá, fica impossível deixar passar. É muito bom
quando bandas desse calibre aparecem com novas propostas e dão uma renovada no
estilo. O DEGREED é uma banda para os ouvidos menos
conservadores, pois, apesar da base da sua música ser o Melodic Hard
Rock, eles apresentam vários elementos e influências mais atuais em sua
sonoridade, mas o fazem de forma bem equilibrada, enriquecendo suas
composições. Em 2010 a banda lançou seu debut “Life, Love, Loss”, que
foi um dos melhores daquele ano e agora novamente nos presenteia com um ótimo
trabalho com “We Don’t Belong”. Vamos aos meus destaques:
A faixa de abertura
“Black Cat” já mostra de cara uma face mais agressiva da banda com
guitarras pesadas e back vocals mais gritados, com um refrão bem marcante,
sendo praticamente metal em alguns momentos. O vocalista Robin Ericsson mostra muita
técnica, até mesmo nos vocais mais agressivos.
A segunda faixa “What If”, que
inclusive teve vídeo clipe lançado há pouco (assista abaixo), apresenta uma sonoridade mais Melodic
Hard Rock e é uma das melhores do álbum com certeza. Melodias
marcantes no teclado e refrão grudento, a banda acertou na escolha para a faixa
ser o primeiro single e vídeo do novo trabalho.
Em seguida, outra excelente música, “In
For The Ride”, que para mim é como se fosse uma reincarnação do TOTO,
com um corpo mais jovem e atualizado. Micke Jansson dá um show
nos teclados e Robin mostra toda sua versatilidade em uma
música cadenciada, mas cheia de variações, muito legal!
Mais à frente, “Blind Hearted”,
mostra novamente o lado agressivo da banda, mas sem deixar de lado a melodia,
com destaque para os belos riffs da guitarra de Daniel Johansson, outra ótima faixa!
“Here I am” lembra os também
suecos do BAD HABIT, um melodic rock moderno e melódico, com refrão
bem marcante e uma certa melancolia.
E minha favorita do álbum, “Access
Denied”, que gruda como cola de sapateiro! Cheia de melodia,
alternando partes cadenciadas e rápidas, com um refrão “levanta defunto”,
fantástico!
Os pontos negativos do
álbum: O excesso de letras com a temática “desilusão amorosa” ou
“relacionamentos complicados”, ainda que muito bem escritas e encaixadas nas músicas, torna o álbum um pouco enjoativo após
certo tempo.Então, nesse
quesito, acho que a banda ainda tem a amadurecer. Também
senti falta de mais solos de guitarra, o produtor e os guitarristas poderiam muito bem ter trabalhado para encaixar belos solos nas músicas, pois competência eles têm!
Fora
isso, “We Don’t Belong” é um álbum com excelentes
músicas, criatividade, originalidade e técnica. Tem músicas para todos os gostos, mas sem perder a identidade. Com certeza este CD ficará
em minha lista de melhores do ano. Recomendadíssimo! (Denis Freitas)
01. Intro
02. Black Cat
03. What If
04. In For The Ride
05. Inside Of Me
06. Follow Her
07. Blind Hearted
08. Here I Am
09. Access Denied
10. Coming Home
11. We Don’t Belong
No último fim de semana os suecos mandaram um recado aos fãs em sua página oficial no Facebook:
"Ainda estamos trabalhando em nosso novo álbum. Algumas músicas tiveram que sair e algumas novas vieram. De qualquer forma, estamos tentando fazer o melhor álbum possível para vocês!"
Robert Säll falou hoje para o BRM, dando mais detalhes sobre as novas músicas que farão parte do álbum:
"Nós fizemos 4 novas músicas para deixar o álbum um pouco mais pesado. Uma das baladas mais antigas foi para o novo álbum do Fergie Frederiksen. Nós já temos uma ótima balada bem "TOTO" em nosso novo álbum e achamos que era suficiente."
O álbum ainda não tem data de lançamento, mas com certeza mais um belo álbum da banda está por vir. Aguardemos!
Outros suecos, da banda DEGREED, estão com novo vídeo para a música "What If", que faz parte do novo álbum "We Don't Belong", lançado em Maio deste ano no Japão e chegando em Setembro na Europa e outras partes do mundo.
A música é uma das melhores do álbum e o vídeo, apesar de simples, tem um clima legal. O novo álbum mantém a sonoridade melódica e moderna da banda, assim como no fantástico debut "Life, Love, Loss" de 2010, porém com alguns novos elementos um pouco mais atuais.
O vocalista Robin Ericsson explica para o BRM que "é sempre saudável tentar novos caminhos na música", mas que "sempre tentarão manter os elementos da banda para não decepcionar os fãs". Ainda esta semana o review completo do novo álbum, além de uma entrevista exclusiva com a banda aqui em nossa página muito em breve. Vale a pena conferir, pois trata-se de uma excelente banda!
Confiram abaixo em nosso canal no YouTube o novo vídeo "What If":
Após algum tempo tentando, conseguimos finalmente uma entrevista exclusiva para o Brasil com os mestres britânicos do AOR / Melodic Rock da banda FM. O líder e vocalista Steve Overland e o guitarrista Jim Kirkpatrick falam sobre o momento atual da banda, o novo álbum Rockville, entre outros assuntos. Dia 17 de Agosto aqui, não percam!
O baterista do DR. SIN, Ivan Busic, lançará neste mês seu primeiro trabalho solo, "Rock And Road". O CD foi produzido por seu irmão Andria Busic (DR.SIN) e conta com participações de Michel Leme (SANGUE/ARM), Luiz Sacoman (CAVALO VAPOR/PLEXIHEADS), Edu Ardanuy (DR.SIN), André Christovam, entre outros.
Apuramos com Ivan um pouco mais sobre o trabalho e ele nos informou que todas as músicas são autorais, portanto, sem covers, e a sonoridade será um hard rock mais pop, menos pesado que o DR. SIN, com influências de blues e folk. A expectativa é de um belo trabalho, pois Ivan sempre mostrou muita competência tocando, cantando e compondo. Que venha mais um álbum de qualidade de nossos músicos brasileiros!