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AOR, Hard Rock, Melodic rock

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terça-feira, 6 de agosto de 2013

ROCKIN' NEWS - WORK OF ART / DEGREED / FM / IVAN BUSIC



WORK OF ART FAZENDO O MELHOR POSSÍVEL


No último fim de semana os suecos mandaram um recado aos fãs em sua página oficial no Facebook: 
"Ainda estamos trabalhando em nosso novo álbum. Algumas músicas tiveram que sair e algumas novas vieram. De qualquer forma, estamos tentando fazer o melhor álbum possível para vocês!"

Robert Säll falou hoje para o BRM, dando mais detalhes sobre as novas músicas que farão parte do álbum: 
"Nós fizemos 4 novas músicas para deixar o álbum um pouco mais pesado. Uma das baladas mais antigas foi para o novo álbum do Fergie Frederiksen. Nós já temos uma ótima balada bem "TOTO" em nosso novo álbum e achamos que era suficiente."

O álbum ainda não tem data de lançamento, mas com certeza mais um belo álbum da banda está por vir. Aguardemos!
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NOVO VÍDEO: DEGREED "WHAT IF"


Outros suecos, da banda DEGREED, estão com novo vídeo para a música "What If", que faz parte do novo álbum "We Don't Belong", lançado em Maio deste ano no Japão e chegando em Setembro na Europa e outras partes do mundo. 

A música é uma das melhores do álbum e o vídeo, apesar de simples, tem um clima legal. O novo álbum mantém a sonoridade melódica e moderna da banda, assim como no fantástico debut "Life, Love, Loss" de 2010, porém com alguns novos elementos um pouco mais atuais. 
O vocalista Robin Ericsson explica para o BRM que "é sempre saudável tentar novos caminhos na música", mas que "sempre tentarão manter os elementos da banda para não decepcionar os fãs".  Ainda esta semana o review completo do novo álbum, além de uma entrevista exclusiva com a banda aqui em nossa página muito em breve. Vale a pena conferir, pois trata-se de uma excelente banda!

Confiram abaixo em nosso canal no YouTube o novo vídeo "What If":
DEGREED "What If"

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FM FALA PARA O BRASIL COM EXCLUSIVIDADE!

Após algum tempo tentando, conseguimos finalmente uma entrevista exclusiva para o Brasil com os mestres britânicos do AOR / Melodic Rock da banda FM. O líder e vocalista Steve Overland e o guitarrista Jim Kirkpatrick falam sobre o momento atual da banda, o novo álbum Rockville, entre outros assuntos. Dia 17 de Agosto aqui, não percam!


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IVAN BUSIC LANÇA CD SOLO


O baterista do DR. SIN, Ivan Busic, lançará neste mês seu primeiro trabalho solo, "Rock And Road". O CD foi produzido por seu irmão Andria Busic (DR.SIN) e conta com participações de Michel Leme (SANGUE/ARM), Luiz Sacoman (CAVALO VAPOR/PLEXIHEADS), Edu Ardanuy (DR.SIN), André Christovam, entre outros.

Apuramos com Ivan um pouco mais sobre o trabalho e ele nos informou que todas as músicas são autorais, portanto, sem covers, e a sonoridade será um hard rock mais pop, menos pesado que o DR. SIN, com influências de blues e folk. A expectativa é de um belo trabalho, pois Ivan sempre mostrou muita competência tocando, cantando e compondo. Que venha mais um álbum de qualidade de nossos músicos brasileiros!

domingo, 16 de junho de 2013

ROCKIN' INTERVIEWS - W.E.T.




A gravadora italiana Frontiers tem exagerado nos últimos anos com inúmeros projetos, álbuns cheios das "participações especiais" e músicas encomendadas que, muitas vezes, soam sem vida e com pouca inspiração. Definitivamente não é o caso do W.E.T., que nasceu da junção de três grandes bandas suecas e seus integrantes. W - de WORK OF ART (Robert Säll), E - de ECLIPSE (Erik Martensson) e T - de TALISMAN (Jeff Scott Soto). A Frontiers acertou em cheio e nos brindou com música da mais alta qualidade. O segundo álbum do W.E.T., "Rise Up", foi lançado este ano e, para mim e para muitos, é até agora o melhor álbum do ano. Confira esta entrevista muito legal com Jeff, Robert e Erik. Espero que gostem!  (Denis Freitas)

JEFF SCOTT SOTO 
LEAD VOCALS


ENTREVISTA

Quando vocês finalizaram "Rise Up", sentiram imediatamente que tinham feito um grande álbum?

Absolutamente, há elementos de "Rise Up" que eu gosto ainda mais do que o álbum de estréia! Eu acho que o álbum em geral soa mais como uma banda agora e ainda capta a essência do que criamos no primeiro álbum. 

Eu gosto tanto de seu último álbum solo "Damage Control", como "Rise Up", e não acho que os estilos são lá muito diferentes. Como você os compara?

Eu não encontro muitas semelhanças entre "Damage Control" e "Rise Up". W.E.T. tem sonoridade mais AOR e os meus álbuns solo estão por todo o mapa, eu gosto de cobrir outros gêneros de música rock apenas para mantê-lo mais interessante para mim. O W.E.T. acerta e permanece em uma boa fórmula que funciona para nós também.

Você sempre foi a favor da adição de diferentes sonoridades no hard rock com o TALISMAN e também em sua carreira solo, colocando groove, funk... Ainda que o W.E.T. não faça nada realmente novo, há algo bem atual em termos de produção. O quanto importante é para você atualizar e trazer novos elementos ao hard rock?

Muito importante ou eu fico entediado muito facilmente! Eu cresci com uma série de influências e estilos além de apenas Rock, seria um desastre para mim como um artista não expressá-las de alguma forma. W.E.T. não precisa de experiências com muitas influências externas, todos nós também temos gostos muito diferentes na maior parte, provavelmente nós odiaríamos as músicas  que o outro ouve se estivéssemos em uma longa viagem de carro (risos). Mas nós temos um interesse comum sobre como a banda deve soar e encontramos um grande equilíbrio para chegar lá.




Você tem trabalhado com músicos da Suécia por um longo tempo (MALMSTEEN, TALISMAN e agora W.E.T.). Qual é a característica dos músicos suecos que mais lhe agrada? Há algo negativo em trabalhar com eles?

O único aspecto negativo é que depois de 30 anos associado a eles, eu ainda não sei a língua! Mas o vínculo comum que todos eles têm é a forma como eles são comprometidos em serem os melhores que puderem como músicos e artistas. Acho que o nível de foco deles é superior ao de quaisquer outros músicos de todo o mundo com os quais eu tenha me envolvido, às vezes tão dedicados que se esquecem de se divertir com a música, porque tem que ser muito bom! Mas eu tenho sorte com as associações que tive, há um grande equilíbrio de diversão e incrível, tudo embrulhado em um.

"Learn to Live Again" de "Rise Up" (2013)


Existe alguma chance dos brasileiros verem o W.E.T. por aqui? 

Estamos conversando para fazer alguns shows por aí, o problema é tempo, pois temos uma banda que é composta por três outras bandas e carreiras, também tem eu que estou por todos os lugares. Esperamos ter alguma coordenação acertada logo, pois eu gostaria de nos levar até aí e mostrar aos garotos como é um público de VERDADE!

ROBERT SÄLL 
KEYBOARDS / GUITARS


ENTREVISTA

Vocês não têm "medo" ou ficam preocupados que o W.E.T. fique maior do que suas próprias bandas? Que banda você vai escolher se convites para grandes shows começarem surgir para o W.E.T. e não o Work Of Art?

W.E.T. já é maior do que as nossas respectivas bandas e isso fazia parte do plano quando a Frontiers nos juntou. Eu não vejo isso como uma competição, no entanto, se qualquer uma das bandas, ou, melhor ainda, as duas bandas forem bem sucedidas, é melhor para mim. Você não pode realmente ter sucesso demais, sabe?

O som de "Rise Up" está fantástico, cristalino. Além disso, as guitarras e bateria soam bem pesados e bem "na cara", o que não é tão comum para este gênero, no qual muitas vezes os instrumentos  soam comprimidos e fracos. Foi algo discutido antes de mixagem e masterização?

Sim, nós sentamos e discutimos sobre como queríamos que este novo álbum soasse, nós tínhamos uma ideia muito clara sobre o que queríamos desde o começo. Além disso, discutimos onde queríamos ir em termos de composições e como poderíamos melhorá-las desde o primeiro álbum. Eu acho que o novo álbum é muito mais sólido, tanto na produção como no departamento de composição. Você vai ser o juiz!




Haverá um DVD do W.E.T.? Quando?

Sim, nós gravamos um show completo aqui em Estocolmo, em janeiro deste ano, que está sendo mixado agora. Eu acho que vai ser lançado ainda este ano. Não percam!  

ERIK MARTENSSON 
GUITARS / BASS /  KEYBOARDS / VOCALS



ENTREVISTA

Você acha que "Rise Up" conseguiu aumentar ainda mais o interesse pela banda?

Com certeza, as reações ao álbum têm sido fantásticas. E as vendas tem sido tão boas que o nosso valor definitivamente aumentou.

Para vocês, o W.E.T. é uma banda ou um projeto? 

Bem, nós o tomamos por aquilo que é e todos sentimos que é uma banda de verdade, temos uma formação permanente. Mas é claro que temos nossas bandas "próprias" também, nem sempre é fácil de se reunir e trabalhar, mas nós temos, pelo menos, conseguido encaixar alguns shows este ano. 



A participação de Jeff no processo de escrita trouxe uma sonoridade mais AOR/Melodic no geral, se comparado com o debut?

Não, na verdade não. Jeff se envolveu mais no processo de escrita das letras. Nós estávamos prestes a fazer o nosso segundo álbum e discutimos o que nós gostamos e não gostamos no primeiro álbum e construímos o segundo álbum em torno desses elementos. Nós realmente queríamos colocar o que sentíamos ser único no W.E.T. e fazer o segundo álbum ainda mais "Wetter", se é que você me entende.



sábado, 11 de maio de 2013

ROCKIN' INTERVIEWS - WORK OF ART



Eis outra banda que vem se destacando já há um bom tempo no AOR europeu e mundial, WORK OF ART. Com dois belíssimos álbuns e prontos para lançar o terceiro, essa banda oriunda da Suécia ( mas que país para ter bandas fantásticas não?!) com certeza trouxe muita qualidade para o estilo que por vezes sofre com um grande número de bandas sem tanta habilidade e criatividade e que acabam "inchando" o mercado de certa forma. O grande compositor e guitarrista do WOA, Robert Säll, falou para o BRAZIL ROCK MELODY sobre o começo da banda, sua sonoridade, bem como deu detalhes do novo álbum que será lançado ainda este ano. Robert mostrou ser um cara muito bem humorado e me atendeu com simpatia. Espero que gostem!  (Denis Freitas)

ENTREVISTA


É um prazer falar com você. Tenho certeza que o WORK OF ART é apreciado por muitas pessoas aqui no Brasil. O que você fazia antes de formar a banda?

Obrigado, a honra é toda minha! Éramos apenas adolescentes quando formamos o WOA, então eu realmente não tinha feito muita coisa até então. Eu tinha minha própria banda antes disso, mas nós não eramos grande coisa. Eu cresci na parte de Estocolmo onde não havia muitas pessoas da minha idade que tocavam um instrumento, mas eu reuni os poucos que realmente sabiam como tocar e os fiz tocar minhas músicas. Eu acho que você pode dizer que eu tinha uma pequena ditadura acontecendo lá, mas eles  foram gentis o suficiente para aturar a mim e minhas músicas, Deus os abençoe! De qualquer forma, o primeiro conjunto de músicas do WOA veio a partir desse período que deve ter sido por volta de 1990-1991.

Robert Säll
Eu li que nas primeiras fases da formação da banda você não tinha certeza se deveria gravar com Lars Säfsund nos vocais e quase tiveram outro vocalista. Devo dizer que fiquei bastante surpreso com isso, pois acho que ele é um grande cantor e tem uma excelente voz. Quanto disso é verdade?


Não é inteiramente verdade. Nunca ouve outro cantor e foi por isso que decidimos colocar a banda em espera depois que terminamos os estudos. Naquela época, Lars apenas tocava teclado no WOA e realmente ainda não levava a sério cantar. Alguns anos se passaram e Lars começouo a cantar para valer, mas eu realmente não sabia disso, eu fiquei relutante em ter o nosso tecladista cantando. Pensei que pelo menos deveria procurar e ver se existiam cantores "adequados" por aí. Mas assim que eu ouvi Lars cantar, tudo isso mudou. E ouvindo novamente as primeiras gravações, você pode realmente perceber como ele evoluiu então. Hoje eu não consigo pensar em nenhum melhor cantor para o WOA. Seus vocais e musicalidade são ouro puro. Um talento raro.

Primeiro álbum - "Artwork" (2008)

Qual era a ideia inicial quando formaram a banda? É claro que podemos notar a influência do TOTO, mas já havia bandas na Suécia como STREET TALK fazendo algo semelhante. Dito isto, vocês quiseram na época trazer novamente o AOR dos anos 80 ou houve algum outro propósito, como modernizar o som um pouco e expandir musicalmente?

Na época que começamos, eu não estava realmente ciente de qualquer uma das outras bandas suecas. E nós realmente não pensávamos muito sobre isso, só queriamos escrever grandes canções e nos divertir tocando. No início, a influência do TOTO não era tão óbvia no entanto. Era um pouco mais pesado, tinha um pouco de influências do GIANT e do WHITESNAKE, digamos. Lars realmente não queria muito esse som, é por isso que ele deixou a banda logo após as primeiras gravações. Até que eu comecei a mandar canções como "Why do I?" e "Camelia" para ele, que ele pulou a bordo novamente. E sim, no momento em que terminamos a demo que nos levou a assinarmos com a Frontiers Records em 2007, que, de fato, sentimos que era hora de trazer de volta o AOR dos anos 80, mas com uma sonoridade um pouco mais atualizada e moderna.

                                            "Why do I?" Live in Stockholm


De quem foi a ideia para o nome da banda?


Acho que foi o nosso baterista Herman, mas eu realmente não me lembro. Faz mais de 20 anos agora, meu Deus, o tempo voa quando você está se divertindo!


Sobre o último álbum, o que "In Progress" difere do primeiro "Artwork"? Além disso, você acha importante adicionar novos elementos e surpreender os fãs quando lança um novo álbum?


Com "In Progress" nós queríamos levar a produção e nossas habilidades tocando e cantando para um nível mais elevado. Acho que conseguimos fazer isso, mas em termos de músicas, eu acho que o "Artwork" está no mesmo nível. E colocar algumas surpresas é sempre bom, mas musicalmente, tentamos permanecer fiéis ao nosso som e não nos desprendemos muito dos nossos registros anteriores.

Segundo álbum - "In Progress" (2011)

Ainda sobre o último álbum, a faixa "The Great Fall", por exemplo, tem um solo de hard rock quase pesado demais para o WOA, mas que soa ótimo! Existem planos para mostrar um lado mais pesado da banda?

Na verdade não, mas sempre haverá elementos mais pesados ​​em nossos álbuns. Recebo muito esta pergunta, mas, sobre mudar nosso estilo para uma sonoridade mais pesada, eu não acho que isso seria verdadeiro para nós e não iria funcionar muito bem. Na verdade, estamos no lado mais suave do leque sonoro do AOR, mas já há tantas outras bandas hoje que fazem esse estilo mais pesado de AOR e o fazem super bem, então eu não acho que WOA precisa ir para esse caminho. Dito isto, pessoalmente, eu adoraria gravar algumas de nossas coisas antigas e mostrar esse lado mais pesado da banda. Talvez umas 6 ou 8 músicas em um disco bônus ou algo assim. Porém, duvido muito que o  Lars toparia fazer...

                                           Vídeo oficial de "The Great Fall"



Quando será lançado um novo álbum do WOA? Você poderia nos contar sobre as novas músicas?

O novo álbum está em sua fase final de gravação e será lançado no Outono deste ano. Foi um pouco diferente desta vez, pois esse é o álbum que eu deveria ter produzido para o Bobby Kimball (TOTO) há 2 anos. Mas como era impossível para o Bobby encaixar estas gravações em sua agenda lotada e, ao mesmo tempo, a Frontiers Records ficava pedindo um novo disco do WOA, pensamos, por que não lançar este álbum nós mesmos? Fez sentido por conta do tempo e Bobby foi gentil o suficiente em "devolver " o álbum para nós. Então, em termos de estilo das novas canções, há algumas mais suaves, uma vez que foram compostas com Bobby e seu público-alvo em mente. Mas eu escrevi algumas músicas novas com um ritmo um pouco mais rápido para fazer um pouco mais a sonoridade do WOA. Então, por causa disso, o processo de fazer o álbum foi um pouco diferente.

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