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AOR, Hard Rock, Melodic rock

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sábado, 10 de agosto de 2013

ROCKIN' INTERVIEWS - JOHN BILLINGS


Uma das coisas mais legais de estar em contato com músicos de todas as partes do mundo é descobrir fatos curiosos e ter a possibilidade de repassá-los ao público. Ao conversar com o músico americano John Billings, que já tocou com RICK SPRINGFIELD, descobri uma pessoa muito simpática e que adora o Brasil, até porque já esteve aqui e conheceu várias cidades! Aproveitei a ocasião em que entrevistei o baixista sobre o álbum “Flying high”, do projeto de melodic rock/aor LANESLIDE, para saber mais sobre sua passagem por nosso país e sobre a época em que tocou com RICK. Prepare a caipirinha ou o cafezinho e tenha uma boa leitura! (Denis Freitas)

ENTREVISTA

Oi John! Eu sei que você trabalhou com DONNA SUMMER e RICK SPRINGFIELD, mas você poderia contar um pouco sobre sua história como músico?

Eu mudei de Los Angeles para Nashville março de 95. Rapidamente fiz o teste e consegui a vaga com a Donna Summer. Coincidentemente, o primeiro lugar que fomos foi uma excursão para o Brasil! Foi a viagem mais incrível da minha vida. Fomos até a costa e foi a maior aventura que eu já tive, de fazer música e ganhar a vida ao fazê-lo. A partir daí eu fiquei com Donna mais 16 anos, mas ao longo do caminho, nos momentos em que ela não estava em turnê, eu trabalhei com outros artistas. Alguns eram artistas de música country como Wynonna, Tanya Tucker e Chely Wright, mas, eventualmente, para alguns artistas pop como RICK SPRINGFIELD e Micky Dolenz do Monkees.Também há 14 anos eu trabalhei em Nashville com uma família chamada Wooten Brothers. A partir desse trabalho, eu tive que me esforçar musicalmente e tecnicamente até onde eu  pensava que não poderia chegar. Nos últimos 18 anos, eu tenho tido o incrível privilégio e sorte de substituir outros baixistas com outros artistas, gravar e produzir no estúdio e até comecei a entrar no mundo do vídeo. Tem sido uma jornada incrível!

Eu sei que você veio algumas vezes para o Brasil com Donna Summer. Você chegou a ver algum show de música brasileira por aqui? Quais são as melhores recordações que você tem?
John com Donna Summer

Quando fui pela primeira vez ao Brasil, em abril de 1995, um trompetista de jazz local chamado El Buho me deu um nome e número de um "amigo" que tinha no Brasil. Ele disse que eu deveria procurá-lo, sair com ele e fazer alguns shows e me conectar. Eu me senti um pouco estranho em chamar uma pessoa aleatória para sair em um país que eu nunca visitei, então eu simplesmente nunca entrei em contato. No final da minha estadia, eu comentei isso com a nossa intérprete, que me perguntou quem era este artista brasileiro. Eu disse, "um cara chamado, Milton. Milton Nascimento?" (risos). Você deveria ter visto a cara dela, foi impagável. Quando ela explicou quem Milton era, eu fiquei em choque. Que erro foi não ter entrado em contato com ele! Quando cheguei em casa, claro, fui e ouvi algumas de suas músicas e, nossa!, o cara é incrível!. Eu gostaria de ter sido mais corajoso!
Viajar com Donna Summer naquele momento nos proporcionou oportunidades incríveis para experimentar muito da cultura. Tivemos apresentações, jantares com bailarinos e músicos, me aventurei e descobri música ao longo do caminho. Nos Estados Unidos, um pandeiro é tocado de forma muito simples, com acentos na segunda e quarta, ou oitava nota durante uma seção de uma música para mudar a vibração rítmica. Uma noite, trouxeram um cara nos bastidores em São Paulo e eu o vi fazer coisas com um pandeiro que me impressionaram! Ele era uma seção rítmica inteira!
A cultura, as pessoas bonitas, a natureza amigável de todos ... eu nunca experimentei isso em qualquer outro lugar. Ir para a estátua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro. Andar em Ipanema. Beber caipirinhas! Ver Capoeira, pela primeira vez, tão perto que você podia sentir o vento. Estar em um pequeno barco no rio Amazonas, em Manaus, onde as águas pretas e marrons não se misturam, andar em cima das duas correntes que se interceptam. Macacos pendurados ali para fora no nosso restaurante. Ter o dia de folga em Fortaleza e o Hotel Marina Park e passeios de barco para o grande navio abandonado ao largo da costa. Ter o meu quarto inundado pela chuva durante nossa estadia em Recife. A água estava no meu banheiro! Procurar a academia de Jiu -Jitsu Gracie com Nara Pinto (nossa intérprete), em São Paulo. As pessoas abertas e amigáveis que conheci todos os dias. Memórias que vou ter para sempre e definitivamente não será a última vez que experimento o Brasil. Voltarei na primeira chance que tiver!

Você tocou com RICK SPRINGFIELD. Você acha que existe um certo preconceito contra ele por ser um ator de sucesso. Sempre o achei um grande compositor e músico...


Rick é antes de tudo um escritor e músico. Se você ler sua autobiografia, ele conta a história de quando tornou-se um ator. Vale a pena ler! A tragédia é que eu acho que ele não foi reconhecido tão bem como um músico por causa de sua carreira de sucesso como ator. Mas você tem que lembrar que quando ele lançou Jessie's Girl, foi GIGANTE. Ele foi grande na época, pela popularidade da música e seu papel como ator em uma novela muito popular. Foi um ano fantástico viajar com ele e com a banda. Eu amei esses caras e consegui conhecer alguns de seus dedicados fãs também. Ele é um compositor genial e ainda melhor pessoa, sempre conectado muito fortemente com sua banda e seus fãs.

John na época em que tocou com Rick Springfield por volta de 2004
Quais são seus músicos e bandas favoritas no Rock? Que banda gostaria de fazer parte?

Pergunte a qualquer músico quais são seus músicos favoritos e você vai receber de volta uma longa lista muito complicada de pessoas. Tal como acontece com todos os músicos, eu já passei por tantas fases de ouvir diferentes artistas e gêneros... Mas um bom barômetro do que alguém está curtindo é descobrir o que está em seu computador ou smart phone. Olhando nos meus, aqui vai ...
Desde cerca de 2007-2008, comecei a mergulhar cada vez mais em Nine Inch Nails. Depois que "With Teeth" foi lançado, eu fiquei viciado! Eu ainda tenho esse CD pronto para ouvir em qualquer lugar e muitas vezes coloco quando eu preciso me sentir "pra cima" e animado. Eu iria caminhando de Nashville para Los Angeles só para tocar com Trent Reznor! (risos) 

John com o projeto de melodic hard rock LANESLIDE (2013)
Eu também voltei a apreciar a época de "Wings" de Paul McCartney. Grandes músicas e muito boa de produção. Essa é outra banda que eu gostaria de estar: em pé no palco com ele tocando o repertório dele e dos Beatles. Eu invejo Rusty Anderson e Brian Ray, serem capazes de estar lá, noite após noite com Paul!.
Como um baixista, eu tenho e sempre terei um amor profundo pelo R & B, soul e funk. Bootsy Collins, Tower of Power, Cameo, Ohio Players, Rick James, Slave, Earth, Wind and Fire, Prince, The Time, Larry Graham, Sly Stone, Chic, The Commodores, toda a era da música e músicos. Eu também cresci ouvindo exclusivamente o rock. A razão de eu tocar baixo é porque eu amava Gene Simmons (KISS)! Então, quando minha técnica ficou melhor eu comecei a curtir cada vezr mais rock progressivo como YES e RUSH. Jazz moderno também era algo que eu amava com Return to Forever, Allan Holdsworth, Scott Henderson, Jaco Pastorius, Stanley Clarke, Marcus Miller e Will Lee.
Hoje eu estou mais na música do que nos músicos, mas de vez em quando eu ouço um novo jovem baixista por aí que me deixa animado e me faz querer voltar a praticar!

Hoje John Billings está envolvido em diferentes projetos, além de tocar com o LANESLIDE, o músico também faz parte da banda The Monkees, que está atualmente em turnê pelos EUA.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

ROCKIN' NEWS - PROMOÇÃO LANESLIDE / RICHIE SAMBORA / PLACE VENDOME


VENCEDOR DA PROMOÇÃO LANESLIDE "FLYING HIGH"

Chega ao fim a promoção LANESLIDE "Flying High" em comemoração ao Dia Mundial do Rock que aconteceu no último dia 13. O vencedor do cd respondeu corretamente a pergunta:  

DE QUAIS PAÍSES SÃO OS INTEGRANTES DA BANDA LANESLIDE? 
(Frank Vestry / Bruno Kraler / Alessandro Del Vecchio / Dominik Hülshorst /John Billings)
A Resposta correta é: 
ALTERNATIVA B - Estados Unidos, Itália e Alemanha

E o vencedor foi MARCELO ZAHA
Parabéns!!!


Agradeço a todos que participaram enviando suas respostas e mensagens bacanas sobre a página. Entrarei em contato via e-mail para obter os dados para o envio do CD. 
Aguardem novas promoções em breve !  (Denis Freitas)

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RICHIE SAMBORA DIVULGA NOVA MÚSICA

O guitarrista do BON JOVI, Richie Sambora, divulgou no último fim de semana a música "Come Back As Me". Ainda não foi divulgado se a música será um single ou parte de um novo álbum solo. Especula-se que a letra tenha a ver com o recente afastamento de Sambora da banda de Bon Jovi, com trechos onde diz: "Eu dei tudo o que podia / Mas tudo não era suficiente". A música é boa, com uma pegada pop, assim como várias e excelentes músicas do repertório do guitarrista. Confiram abaixo:

                                                        "Come Back As Me"

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NOVO ÁLBUM DO PLACE VENDOME CHEGANDO



A Frontiers Records anunciou esta semana que o novo álbum do PLACE VENDOME,  projeto com Michael Kiske (ex HELLOWEEN) e Dennis Ward (PINK CREAM 69), está próximo de ser finalizado. O título do álbum será "Thunder in the Distance" e deve ser lançado no começo de Novembro. 
O álbum contará com músicas de um belo time de compositores: Magnus Karlsson (PRIMAL FEAR), Timo Tolkki (ex STRATOVARIUS), Alessandro Del Vecchio (HARDLINE), Tommy Denander (RADIOACTIVE), Sören Kronqvist (SUNSTORM), entre outros. 

Ainda segundo divulgação, o CD será uma continuação lógica do anterior, "Streets of Fire", com "hinos de melodic rock e algumas incríveis power ballads". Aguardaremos com bastante expectativa o cd, afinal o projeto já mostrou grandes resultados com dois belíssimos álbuns, muito devido à performance incrível de Michael Kiske, desta vez cantando melodic hard rock. Mais um para concorrer a melhor do ano?  Espero que sim!

Abaixo, para matar a saudade, o vídeo da música "My Guardian Angel", do álbum Streets of Fire, de 2009.

                      

sábado, 29 de junho de 2013

ROCKIN' INTERVIEWS - LANESLIDE


Devido às facilidades para se gravar hoje em dia, centenas de projetos internacionais pipocam por várias partes do mundo trazendo um grande número de músicas sem qualidade e sem vida e que, na maioria das vezes, acabam dando em nada. Não é o caso do LANESLIDE, pelo menos em termos de qualidade. A banda nasceu da parceria dos italianos Bruno Kraler e Alessandro Del Vecchio (HARDLINE) com os americanos Frank Vestry e John Billings (ex-RICK SPRINGFIELD), mais o alemão Dominik Hülshorst (ex-BONFIRE).  Completando este super time internacional, músicos de peso participaram das gravações do debut: o alemão Bobby Altvater, o argentino Lino Gonzales e ninguém menos do que Michael Bormann (ex-JADED HEART) e Erik Martensson (ECLIPSE), da Alemanha e Suécia respectivamente.   O resultado é o álbum “Flying High”, um ótimo CD de melodic rock, no qual percebemos verdadeira dedicação por parte dos músicos, que se confirma com a empolgação das palavras dos mesmos abaixo. Agora divirtam-se com esta entrevista feita por um brasileiro...  (Denis Freitas) 

ENTREVISTAS

BRUNO KRALER  (Guitarra/Produção)

"Flying High" é de fato um belo álbum de AOR / Melodic Rock. Quanto tempo demorou para finalizar? Você teria mudado algo, agora que está recebendo as críticas de várias partes do mundo?
Oi Denis, obrigado por nos dar a oportunidade de falar um pouco sobre o nosso projeto LANESLIDE. Eu tenho que dizer que tudo foi muito rápido. Nós começamos a escrever as músicas em Março de 2012 e o produto acabado ficou pronto no final de janeiro de 2013, então na verdade precisamos de menos de um ano para escrever, gravar e mixar a coisa toda. Perdemos algum tempo por causa do furacão Sandy. Algumas sessões de gravação foram planejadas durante esse período e tivemos que remarcar tudo. Depois vieram os feriados de Natal e perdemos mais algumas semanas. Em Janeiro nós finalmente encontramos tempo para terminar (risos). Estamos todos muito felizes com o resultado final e a maioria dos comentários são muito, muito bons, então eu acho que fizemos um bom trabalho. Há algumas coisas que vão melhorar no próximo álbum, mas é um pouco cedo demais para descrevê-las com exatidão. Algumas pessoas nos pediram para escrever uma grande balada clássica e nós definitivamente vamos fazê-la no próximo álbum.

Os músicos do LANESLIDE estão em diferentes partes do mundo. Se houver demanda para shows, vocês irão considerar sair em turnê?
Sim, certamente que sim. Vamos considerar cada oferta, mas tem que ser algo que faça sentido como um festival maior ou uma turnê com datas consecutivas.

Qual foi a primeira música a ser escrita? Como ela “nasceu”?
Não me lembro exatamente qual música foi a primeira, mas eu acho que nós fizemos "Your Fight", seguido por "Flying High". Eu escrevi a música e Bobby Altvater fez as linhas de melodia e letra. Não há uma maneira específica como escrevo as canções. Às vezes eu brinco com a guitarra até algo legal acontecer, às vezes o Lino  me dá uma ideia de riff e nós resolvemos juntos e às vezes um de nós traz  uma música completa como Alessandro fez com "Rivers Of Love". Todo mundo na banda pode escrever canções e toda ideia é bem aceita, então resolvemos isso juntos.

Quais são suas principais influências como produtor? Qual é a primeira coisa que faz quando você começa a produzir um disco? Existe uma rotina?
Eu sou um grande fã do Michael Wagener e eu tenho orgulho porque tive a chance de trabalhar com ele no passado. Ele é o melhor produtor em todo o mundo na minha opinião. Ele fez uns discos históricos que eu adorava quando eu era jovem. Minha abordagem pessoal para um registro é muito simples. Eu começo a imaginar que tipo de som se encaixa melhor para a música e, em seguida, eu tento trabalhar nessa direção. Obviamente, nem tudo é fácil de conseguir, mas na maioria dos casos, eu sou capaz de alcançar a meta dentro de um curto espaço de tempo. Não há rotina no meu trabalho, porque eu tento sempre maneiras diferentes para atingir a meta e o fluxo de trabalho depende da música. Por exemplo, quando eu trabalho na mixagem para uma balada eu começar a moldar os vocais primeiro até que eles soem muito bem sozinhos, sem música. Então eu avanço acrescentando todas as outras peças do quebra-cabeça. Quando eu mixo uma música de rock, eu começo com a bateria, em seguida, adiciono baixo e guitarras até que eu consiga uma reprodução com groove que se encaixe nos vocais. Quando tudo estiver no lugar, eu adiciono os teclados para torná-la realmente grande. Eu acho que a rotina leva a um produto fixo e faz o fluxo de trabalho doloroso. Tentar seguir novas direções é muito mais divertido para mim.



ALESSANDRO DEL VECCHIO  (Teclado)

Os teclados em "Flying High" soam grandiosos e estão por toda parte. Podemos ouvir vários sons e efeitos, também camadas de tipos distintos de sons ao mesmo tempo em uma música. Poderia dar exemplos de sonoridades que utilizou?

Muito obrigado. Eu preciso tirar 50% do crédito, porque os outros 50% vão para o Bruno por ser capaz de mixar tantas camadas e partes tão bem, ficando tudo possível de se ouvir. Com o passar dos anos eu estou me tornando menos um típico tecladista de rock e vou mais para diferentes áreas, como pop, com loops e Hammonds. LANESLIDE é a banda perfeita para este tipo de coisa e dá a oportunidade de mostrar um lado diferente do meu jeito de tocar. E eu adoro isso!

A faixa "Self Control" foi originalmente escrita pelos italianos Raffaele Riefoli e Giancarlo Bigazzi (mas que ficou famosa mundialmente através da cantora americana Laura Branigan). O teclado na introdução ficou muito bom, mas não estava na versão original, certo? Além disso, nesta música, por causa do estilo, seria mais lógico que o teclado liderasse, mas ao invés, são as guitarras que conduzem de forma brilhante! Os teclados são bem atmosféricos nela, o que você acha?

Bem, a ideia era ter as guitarras como principais, de fato. Quando o Bruno me enviou o primeiro arranjo, fiz algo mais orientado para o teclado, mas depois mudamos para algo mais atmosférico e como camada. Quanto à introdução, foi Bruno que veio com o riff e a ideia daquele som em particular.

Você formou uma grande parceria com as guitarras de Bruno. Você imaginava que iriam soar tão bem desde o início?

Nós viemos de um longo caminho. Nós construímos nossa relação musical no álbum anterior de Bruno, “War Maniacs”. Se você ouvir a s guitarras e os teclados, estão lá. O bom é que tudo sai muito natural. A gente nunca disse: "Ale, faça isso”, “Bruno, faça isso”. Nós tocamos seguindo o nosso instinto.

Assista ao Album Trailer

JOHN BILLINGS  (Baixo)

Como você foi convidado para tocar em "Flying High"? O que achou do resultado final? Você tem lido os comentários sobre o álbum?

Bruno me contratou no passado para tocar em algumas de suas músicas quando ele estava trabalhando com um produtor fantástico chamado Michael Wagener. Michael e eu éramos amigos e ele me indicou para tocar baixo na gravação de Bruno. Adorei e Bruno pareceu muito feliz com o resultado. Quando ele começou a montar “Flying High”, ele me perguntou se eu estaria interessado em tocar baixo e quando estivesse pronto, poderia me enviar faixas para o meu estúdio. Eu respondi da única maneira que eu poderia, SIM! 
O CD saiu além das expectativas de qualquer um. Em termos de sonoridade, foi gravado e mixado com o maior cuidado. Do ponto de vista de um produtor, Bruno guiou este projeto perfeitamente, dando-nos orientação quando necessário, liberdade quando o momento pedia. Eu achei libertador! Fico tão nervoso muitas vezes para dar às pessoas faixas de baixo agressivo, mas Bruno queria. Isso não é divertido? Tudo que você tem a fazer é ouvir e você vai perceber a alegria e profissionalismo no resultado. Estou extremamente orgulhoso! Os comentários tem sido os mais positivos de qualquer coisa em que eu já estive envolvido.  Eu espero que gere interesse suficiente para nos levar para a Europa e América do Sul em turnê. Esta banda precisa tocar esta música ao vivo!

Por você trabalhar com diferentes tipos de música, é difícil para você "pensar" como um músico de rock ao gravar ou é algo natural para você?

Eu tenho trabalhado no mundo do rock há anos, estive em muitos projetos de CD nos últimos 25 anos. Este foi como piloto automático para mim em muitos aspectos, apenas fechei os olhos e toquei. Mas eu coloquei uma perspectiva maior para este CD, quis que o baixo existisse sem tomar conta da música, da faixa. Bruno me deu a liberdade para fazer exatamente isso. Eu já trabalhei com Michael Wagener em muitos dos cds que ele produziu, bem como para alguns artistas de rock que gravam em Nashville. Nem tudo está catalogado, mas allmusic.com mantém o controle de créditos e tem algumas das minhas gravações e contribuições listadas.

FRANK VESTRY  (Vocal)

Parece que você sentiu-se bem confortável com a música, pois coloca emoção e criatividade em sua performance, concorda?

Obrigado. Sim, eu amo rock melódico e eu acho que essa música realmente se encaixa em minha voz muito bem. Como eu  co-escrevi muitas das músicas,  eu consegui transmitir as minhas ideias e as melodias do jeito que eu queria. Eu também me sinto muito confortável com as pessoas na banda e isso sempre ajuda. Se você tiver boas vibrações e sentimentos sobre tudo, tende a sobressair-se em tudo o que você está fazendo.

Como se envolveu com o projeto?

Meu envolvimento começou com um e-mail do Alessandro. Tivemos muita troca de e-mails e então eu comecei a me comunicar com o Bruno também. Depois de conhecer os caras, comecei a sentir que era a direção certa para mim. Eu não estava tão familiarizado com seus trabalhos anteriores, mas eu tinha ouvido falar deles nos círculos de rock melódico.

Você gostou das músicas imediatamente?

Acho que eu gostava das músicas cada vez mais à medida que avançávamos. Nós trabalhamos em harmonia para criar uma música que se encaixa no meu estilo vocal, mas não foi assim como se eu tivesse ouvido a primeira música e dissesse "sim, é isso." Eu realmente gostei, mas as coisas evoluíram e ficou ainda melhor à medida que avançava como uma unidade.


DOMINIK HÜLSHORST  (Bateria)

Você recebeu alguma orientação ou batidas pré-gravadas para tocar em "Flying High"? Quanto tempo demorou para gravar as faixas?

Foi diferente de música para música. Na maior parte eu ouço o guia de bateria brevemente, se disponível, para fazer as coisas de maneira diferente mais tarde. Eu preferiria não ver a cara do Bruno quando ele ouvisse uma das minhas gravações pela primeira vez (risos). Uma vez que eu faço as gravações de bateria no meu pequeno estúdio na Alemanha, posso, claro, deixar o tempo todo para mim. e tentar até que eu fique satisfeito com o resultado.

Como você se prepara para gravar? Existe uma rotina?

Rotina sim, mas em um sentido positivo. Eu cresci com essa música, então eu geralmente sei imediatamente o que eu tenho que fazer na bateria quando eu recebo uma faixa. Na verdade, eu estou sempre preparado porque eu lido com meu instrumento no dia a dia.

Que álbuns você gravou no mesmo estilo deste? Quais são seus bateristas favoritos do gênero?

Eu fui membro do BONFIRE por muitos anos e eu acho que os álbuns do BONFIRE seguem uma linha similar. Todos os meus bateristas favoritos são de outros gêneros:  Dave Weckl, Simon Phillips, Manu Katche ', Omar Hakim.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

ROCKIN' NEWS - PROMOÇÃO LANESLIDE


PROMOÇÃO 
LANESLIDE "FLYING HIGH"

Participe da promoção e concorra ao cd "Flying High", que vem recebendo ótimas críticas da mídia especializada e das comunidades de AOR / Melodic Rock como um dos destaques do ano.

PARA PARTICIPAR, RESPONDA A SEGUINTE PERGUNTA: 

DE QUAIS PAÍSES SÃO OS INTEGRANTES DA BANDA? 
(Frank Vestry / Bruno Kraler / Alessandro Del Vecchio / Dominik Hülshorst /John Billings) 

Alternativas:
A) Estados Unidos, Espanha e Alemanha
B) Estados Unidos, Itália e Alemanha
C) Estados Unidos, Noruega e Alemanha


ENVIE A RESPOSTA PARA O E-MAIL : 
    brazilrockmelody@gmail.com
       (Promoção válida somente para residentes no Brasil)





quinta-feira, 13 de junho de 2013

ROCKIN' NEWS - LANESLIDE

LANESLIDE JÁ TRABALHA EM NOVAS MÚSICAS PARA SEGUNDO CD


Bruno Kraler, guitarrista e produtor do excelente LANESLIDE, diz que já começou a trabalhar em novas músicas para o segundo cd. Segundo Bruno, as músicas estão ficando muito boas, com bastante melodia. A previsão é de que a banda comece a gravar no fim deste ano, para que o álbum chegue às lojas em 2014 no outono europeu. 

Muito bom saber que o trabalho terá continuidade, já que o debut "Flying High", lançado este ano, chegou como uma boa notícia para nossos ouvidos, pois trata-se de um belo álbum de melodic rock, altamente recomendado!

Não percam uma entrevista muito legal no fim deste mês com TODOS os integrantes da banda:

Frank Vestry (USA)
Bruno Kraler (ITÁLIA)
John Billings (USA)
Alessandro Del Vecchio (ITÁLIA)
Dominik Hülshorst (ALEMANHA)

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NOVIDADES CHEGANDO NO BRAZIL ROCK MELODY

Peço desculpas pela falta de atualizações na página esta semana, mas tudo isso é por uma boa causa. Estou trabalhando duro para trazer muito coisa legal e diferente para os fãs do melhor do melodic rock mundial. Com humildade sempre, mas sem deixar de pensar grande!   (Denis Freitas)  

quarta-feira, 24 de abril de 2013

ROCKIN' NEWS - SURVIVOR / LANESLIDE


SURVIVOR DE VOLTA COM PRIMEIRO VOCALISTA

Como já noticiado em vários sites, o Survivor chamou seu primeiro vocalista Dave Bickler (voz original do mega hit "Eye of The Tiger) de volta à banda, que ainda conta com  Jimi Jamison também nos vocais. A banda se apresentou semana passada com os dois vocalistas, cada um cantando clássicos de suas eras, e farão uma tour nos EUA em Maio, além de apresentações no festival Hi Rock na Alemanha e Sweden Rock.  

Pontos a comentar:  sinto falta da presença do tecladista Jim Peterik, responsável por co-escrever grandes clássicos da banda e temo uma possível “guerra de egos” que pode rolar entre os dois cantores. Dave Bickler não parece estar no melhor de sua forma como cantor. Vejam sua performance (bem ruim em minha opinião) no vídeo abaixo (com uma banda bem sem vergonha) e comparem com Jimi Jamison, que dá um show.  De qualquer forma, que venha mais uma grande obra dos mestres do AOR e shows no Brasil!
                      VEJA VÍDEOS RECENTES DOS VOCALISTAS E COMPARE:

                                   Dave cantando "Eye of The Tiger" - bem ruim...



                           ... enquanto que Jimi Jamison simplesmente dá uma aula



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BRUNO KRALER FALA SOBRE O LANESLIDE

Entrei em contato com o guitarrista e produtor Bruno Kraler da banda Laneslide para saber mais detalhes sobre este belo trabalho que vem recebendo ótimos comentários da crítica e público (review e maiores detalhes no post logo mais abaixo). Confiram!

Como começou o projeto:
"Eu e o Alessandro trabalhamos em projetos no passado e somos amigos há muito tempo. Nós queríamos começar uma banda juntos e quando pensamos em vocalistas, o nome de Frank surgiu e então decidimos ligar para ele. Então ligamos para o John, Dominik e o Lino, pois achamos que seria o lineup melhor possível. Acho que acabou sendo uma boa decisão". 

Sobre o conceito musical da banda:
"O conceito é fazer um AOR clássico e melódico para os fãs, mas também colocar nosso próprio toque. Acho que a combinação de um vocalista americano com back vocals e caracterísitcas européias, traz uma sensação de algo único".

A respeito do feedback até agora:
"Até agora tem sido ótimo. No geral estamos muito, muito felizes com as reviews e honestidade dos  críticos e os fãs realmente parecem gostar bastante o que é ainda mais importante".

ROCKIN' REVIEWS (NEW RELEASE) - LANESLIDE

LANESLIDE - Flying High (2013)

                          Rating



1 Guitar (Fraco)   2 Guitars (Regular)   3 Guitars (Muito Bom)   4 Guitars (Excelente)   5 Guitars (Obra Prima)                                                                        

Olha aí mais um belo lançamento AOR/Hard Rock neste ano. O Laneslide é formado por um time de músicos de respeito. Nos teclados temos Alessandro Del Vecchio (Hardline, Lionville, Edge of Forever), nas guitarras Bruno Krasler, no baixo John Billings (Rick Springfield, Donna Summer), Dominik Hulshorst (Ex-Bonfire) na bateria e o ótimo e experiente vocalista americano Frank Vestry completam a banda. Além de todas essas feras, ninguém menos do que Erik Martensson (Eclipse, W.E.T.) e Michael Bormann (ex-Jaded Heart) fazem back vocals, sensacional! Este trabalho com certeza irá agradar muito a fãs de TNT e Treat, tanto por causa dos vocais de Frank Vestry, como pela sonoridade ora AOR, ora com uma pegada mais Hard Rock. Algumas músicas lembram bastante os últimos trabalhos do Treat, talvez por causa dos típicos back vocals no melhor estilo europeu.  Vamos aos meus destaques. “Hanging Out Here” começa com belos teclados e efeitos que dão um clima bem legal logo nos primeiros segundos da música para cair em um refrão bem marcante. Muito legal essa faixa, cheia de back vocals muito bem encaixados. “You Can Make it” dá uma leve acelerada nas coisas e, apesar de soar um pouco mais simples e direta, tem um refrão bem legal e uma mensagem positiva e interessante nas letras. Mais à frente, “Understand” carrega toda uma aura anos 80 e um refrão que realmente conquista, uma música muito legal que alterna partes lentas e um pouco mais rápidas. Muito legal o trabalho de guitarra e teclados nessa faixa, que se complementam em vários momentos. A faixa seguinte “Self Control” é um cover do cantor Italiano Raf, que ficou mundialmente conhecida através da versão da cantora americana Laura Branigan.  E que faixa empolgante!! A banda fez um trabalho excelente nos arranjos. Todos os detalhes foram cuidadosamente pensados: os teclados na introdução, bateria marcante, guitarras perfeitas com vários solos, back vocals muito legais e Frank Vestry dá um show. Excelente! “Look the Other Way” volta a dar um tom mais acelerado e também é muito boa, cheia de belos back vocals e uma melodia muito bonita. Esta faixa tem um belo solo de guitarra que se encaixa muito bem na música. Bom, vamos aos pontos que desagradam um pouco. Primeiro, acho que em algumas faixas a banda soa um pouco simples demais e talvez pudesse gastar mais tempo em detalhes, adicionando mais camadas de guitarras e efeitos em geral, para que algumas dessas músicas ficassem mais ricas, até porque a banda soa excelente quando faz isso. Também sinto falta de uma sonoridade mais impactante na guitarra, pois Bruno tem excelentes riffs e ideias, mas a guitarra soa um pouco “tímida” às vezes, talvez por causa da mixagem. Mas vai ver seja este o propósito da banda mesmo. Também não gosto de algumas letras do tipo “...I will always be your man” ou, “...try to get your daddy’s attention”, parece que já ouvi isso demais e incomoda um pouco.   Bom, tudo isso é muito pessoal e posso afirmar que este cd irá agradar muitos apreciadores de AOR/Hard Rock. Teclados muitíssimo bem executados e variados, um excelente vocalista, guitarras muito bem encaixadas e grandes back vocals. Muito bom! (Denis Freitas)

01. Flying High
02. Hangin' Out Here
03. You Can Make It
04. River Of Love
05. Dancing Girls
06. Understand
07. Self Control
08. Look The Other Way
09. Your Fight
10. Washed Away
Frank Vestry - Lead Vocals
Bruno Kraler - Lead and Rhythm Guitars
John Billings - Bass
Alessandro Del Vecchio - Keyboards, Grand Piano
Dominik Hülshorst - Drums
Special Guests : 
Lino Gonzales - Lead & Rhythm Guitars
Bobby Altvater - Rhythm Guitars, Backing Vocals
Erik Mårtensson - Backing Vocals
Michael Bormann - Backing Vocals
Produced and mixed by Bruno Kraler

Label:   Avenue of Allies
Site: http://www.avenue-of-allies.com
                                                         Hangin' Out Here