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AOR, Hard Rock, Melodic rock

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

AVISO



Por conta de compromissos de extrema importĂąncia, nĂŁo foi possĂ­vel fazer a atualização desta quinta/sexta. SĂĄbado estamos de volta com uma entrevista imperdĂ­vel: 
Bruno Ravel (DANGER DANGER).


terça-feira, 27 de agosto de 2013

ROCKIN' NEWS - THE THEANDER EXPRESSION / DANGER DANGER


ANDRÉE THEANDER SE EXPRESSA 


Semanas atrĂĄs destaquei aqui na pĂĄgina a notĂ­cia do lançamento no dia 20 de setembro do ĂĄlbum do THE THEANDER EXPRESSION, que leva o tĂ­tulo de "Strange Nostalgia". O trabalho foi idealizado pelo sueco AndrĂ©e Theander e conta com duas figuras notĂĄveis do Hard/AOR sueco: o vocalista Göran Edman (STREET TALK, GLORY, MALSMSTEEN) e HERMAN FURIN (baterista do WORK OF ART). Completam a banda Linus Abrahamson no baixo, Michael Ottosson nos teclados e o Ăłtimo Christian Hedgren, que divide os vocais com o experiente Edman. 


Entrei em contato com AndrĂ©e para saber mais detalhes do ĂĄlbum. Confiram: 


ANDRÉE THEANDER

Qual foi o conceito que tinha em mente quando idealizou o ĂĄlbum?

"O Ășnico conceito que eu tinha em mente ao fazer este ĂĄlbum era o de mantĂȘ-lo muito pessoal para mim na letra e mĂșsica. As letras sĂŁo sobre experiĂȘncias de vida e minhas prĂłprias emoçÔes impressas. Musicalmente tentei misturar tudo o que eu mais gosto de fazer quando eu faço mĂșsica, melodias fortes misturadas com riffs com groove, harmonias interessantes e um monte de solos de guitarra."

Por que decidiu ter dois vocalistas no ĂĄlbum?

"A escolha dos cantores foi basicamente porque eu queria muito ouvir Göran cantar estas mĂșsicas, mas eu nĂŁo queria copiar todos os outros projetos AOR em que ele estĂĄ envolvido, entĂŁo eu decidi tambĂ©m trazer um cara novo da minha idade para o pĂșblico, Christian, que tambĂ©m tem uma voz incrĂ­vel para este tipo de mĂșsica. Nesse caso, eu tentei misturar o melhor dos dois mundos e, pessoalmente, acho que ficou Ăłtimo! Eles tambĂ©m estĂŁo fazendo algumas harmonias juntos em algumas mĂșsicas junto comigo e soa incrĂ­vel!"

Recebi a promo do ĂĄlbum e pelo que pude conferir, trata-se de um belo ĂĄlbum de AOR clĂĄssico no melhor estilo sueco. Bastante melodia, arranjos ricos em detalhes, novamente a categoria de Göran e a grata surpresa do excelente trabalho do vocalista Christian Hedgren. Christian, ao lado do guitarrista e compositor AndrĂ©e Theander mostram ser nomes que ainda darĂŁo o que falar. Posso adiantar que fĂŁs de STREET TALK e WORK OF ART nĂŁo irĂŁo se decepcionar. Review completo do ĂĄlbum em breve!

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BRUNO RAVEL NO ROCKIN' CHATS DESTE SÁBADO

Conforme anunciado jĂĄ hĂĄ bastante tempo, o baixista do DANGER DANGER, Bruno Ravel, concedeu uma bela entrevista para o BRM e agora finalmente vocĂȘs poderĂŁo conferir em ĂĄudio com legendas em PortuguĂȘs aqui. É neste sĂĄbado, imperdĂ­vel!


sĂĄbado, 24 de agosto de 2013

ROCKIN' INTERVIEWS - DEGREED



Fico muito contente quando novas bandas de qualidade surgem para manter e aumentar o interesse do pĂșblico pelo estilo. JĂĄ lançado no JapĂŁo (sempre lĂĄ...) e a ser lançado na Europa no mĂȘs que vem o novo ĂĄlbum da banda sueca DEGREED, “We Don’t Belong” (review aqui), realmente empolga! Novamente produzida por Erik Lidbom, a banda fez outro belĂ­ssimo trabalho, mesclando melodic hard rock com elementos mais atuais, dando um passo Ă  frente se compararmos com seu fantĂĄstico debut, “Life, Love, Loss”, de 2010. O vocalista Robin Ericsson, que inclusive jĂĄ chegou Ă s finais do programa "Idols" da SuĂ©cia ("Ídolos" aqui), me atendeu bastante animado para contar mais detalhes sobre as origens da banda e o novo trabalho. Esta semana foi anunciada a saĂ­da de um dos guitarristas do grupo, Jesper Adelfelt, que alegou nĂŁo ter tempo suficiente para se dedicar Ă  banda e agora os suecos serĂŁo um quarteto.  EstĂĄ bem interessante o papo e recomendo o som da banda, pois Ă© excelente e atual. Enjoy!  (Denis Freitas)

ENTREVISTA

Oi Robin!  Bom falar com vocĂȘ! É uma boa oportunidade para os fĂŁs  de rock do Brasil conhecerem a banda. VocĂȘ poderia nos contar um pouco sobre os membros da banda? VocĂȘs todos parecem ser bastante jovens, qual Ă© a mĂ©dia de idade? Pergunto isso porque Ă© muito bom quando novas bandas de qualidade surgem e, mesmo jovens, vocĂȘs soam como se fossem mĂșsicos experientes ...

Oi ! Estou honrado em fazer esta entrevista. Temos entre  23 e 26 anos de idade. Eu e o baterista, Mats, na verdade somos irmĂŁos. E Micke, o tecladista, Ă© nosso primo, entĂŁo Ă© meio que uma banda "famĂ­lia"! Daniel, o guitarrista, jĂĄ  estudamos juntos. Eu o conheço hĂĄ 10 anos. Temos a banda hĂĄ oito anos. Eu e Mats tocamos juntos desde sempre. Talvez isso explique nossas habilidades como mĂșsicos.

Quando vocĂȘs formaram a banda, houve alguma conversa a respeito de como vocĂȘs gostariam de soar? Havia um projeto com planos profissionais para a banda logo no inĂ­cio?

Quando formamos a banda, nĂłs na verdade nĂŁo tĂ­nhamos teclados. EntĂŁo antes o som era um hard rock mais direto. Depois de um ano ou dois, Micke se juntou Ă  banda e começamos a soar mais como somos hoje. Mas, quando começamos a banda, nem sabĂ­amos o que era "AOR". NĂłs sĂł querĂ­amos tocar algum tipo de rock, eu acho. De qualquer forma, o "som DEGREED" realmente ganhou vida quando começamos a trabalhar com Erik Lidbom, o produtor do nosso primeiro ĂĄlbum "Life, Love, Loss" e tambĂ©m do novo ĂĄlbum "We Don’t Belong".

DEGREED na época de "Life, Love, Loss" (2010)
Eu gosto muito do primeiro ĂĄlbum, "Life, Love, Loss", que teve Ăłtimas crĂ­ticas ao redor do mundo. Como vocĂȘ se sente sobre este ĂĄlbum apĂłs trĂȘs anos de seu lançamento? Ficou insatisfeito com alguma coisa nele?

Bem, muito obrigado! O fato de que teve Ăłtimos comentĂĄrios foi muito importante para nĂłs. Nos mostrou que fizemos algo certo, que as pessoas realmente gostavam do que estĂĄvamos fazendo. Eu nĂŁo diria que fiquei insatisfeito com alguma coisa. Quero dizer, jĂĄ era DEGREED naquela altura. NĂłs gravamos em um perĂ­odo de trĂȘs anos, começando com uma demo. As mĂșsicas “Arms of Misery”, “Catch the Feeling” e “My Fall” foram na verdade gravadas em 2007,  trĂȘs anos antes do lançamento. EntĂŁo eu quero dizer que nĂłs Ă©ramos jovens, mas isso era o que conseguimos fazer naquele momento. Tenho orgulho do ĂĄlbum. Foi o primeiro ĂĄlbum que lancei na minha vida! Com a minha prĂłpria banda! Minhas prĂłprias mĂșsicas! Isso significa muito.

VocĂȘs conseguiram fazer turnĂȘ para o ĂĄlbum de estreia?

NĂłs fizemos vĂĄrios shows na SuĂ©cia, mas sĂł uma turnĂȘ no exterior. Foi com o VEGA, no Reino Unido em novembro passado.

Life, Love, Loss (2010)
Agora vocĂȘs estĂŁo com um novo ĂĄlbum "We Don’t Belong” e tambĂ©m estĂŁo em uma nova gravadora. Por que vocĂȘs mudaram?

Ficamos muito satisfeitos com o que o Andrew e a MelodicRockRecords fez por nĂłs e ele ainda nos ajuda. Mas sentimos que tĂ­nhamos que seguir em frente e de alguma forma expandir.

O novo ålbum soa muito mais diversificado. Como aconteceu essa mudança?

Na verdade, eu nĂŁo sei exatamente. Eu acho que Ă© onde estamos neste momento. Mas vamos sempre tentar manter os “elementos DEGREED” porque nĂŁo queremos desapontar nossos fĂŁs. É sempre saudĂĄvel tentar novos caminhos na mĂșsica.

 A principal diferença que pude perceber em relação ao primeiro ĂĄlbum Ă© a variedade de estilos, pois em "We Don’t Belong" hĂĄ faixas de melodic hard rock, como em "What if", um pouco de AOR em "In For a Ride", mas tambĂ©m mĂșsicas mais pesadas e agressivas, como a faixa de abertura "Black Cat", alĂ©m de vĂĄrios detalhes que mostram um som mais atualizado, como back vocals gritados, por exemplo. Isso Ă© Ăłtimo, uma boa mistura do clĂĄssico e do novo. Como vocĂȘ vĂȘ isso?

Eu acho que uma coisa importante sobre as variaçÔes do som é que cada membro tem diferentes origens, quando se trata de quais bandas ouvimos e tal. Eu na verdade adoro punk rock. Mats gosta de coisas muito pesadas com vocais urrados . Mike é só Yngwie. Eu acho que isso pode explicar um pouco.

We Don't Belong (2013)
AlĂ©m disso, vocĂȘ estĂĄ soando mais agressivo em muitas faixas. As mĂșsicas "pediram" este seu lado?

Se vocĂȘ quer dizer EU como cantor, bem, talvez. Eu e Erik decidimos usar minha voz agressiva o mĂĄximo possĂ­vel, porque Ă© algo especial. Sou eu. Eu tenho usado esse lado da minha voz desde que eu comecei a cantar. TambĂ©m traz ainda outro elemento importante para o som! Nem todos os cantores podem controlar esse tipo de voz.

Eu sempre digo que a SuĂ©cia Ă© hoje o maior paĂ­s em termos de bandas de hard rock com um forte lado melĂłdico, mas tambĂ©m com um toque moderno. Bandas como TALISMAN, BAD HABIT e, mais recentemente, ECLIPSE, W.E.T. e muitas outras. Essas bandas sĂŁo influĂȘncias para vocĂȘs?

Eu nĂŁo diria que essas bandas sĂŁo influĂȘncias. A Ășnica banda que eu jĂĄ escutei um pouco Ă© o TALISMAN, mas estĂĄ longe de ser uma influĂȘncia para mim. Mas eu gosto dessas bandas.

Tenho que dar os parabĂ©ns por sua performance vocal. VocĂȘ parece gostar de cantar usando uma ampla variedade de estilos e o faz bem. Quais sĂŁo os cantores que vocĂȘ admira?

Ah, eu adoro esta parte da entrevista! (risos) Bem, eu sempre digo Jorn Lande de primeira quando me fazem essa pergunta. Ele Ă© o vocalista perfeito se vocĂȘ me perguntar. Ele tem tudo. O lado sexy da voz de David Coverdale e a agressividade de Dio. Mas eu adoro uma porção de cantores. É difĂ­cil mencionar todos eles. Eu fico com o Jorn desta vez!

VĂ­deo oficial de "What If" do novo ĂĄlbum "We Don't Belong"

Se vocĂȘ pudesse escolher trĂȘs bandas ou artistas para sair em turnĂȘ, quais seriam?

Isso Ă© uma pergunta complicada porque as bandas que eu gosto podem nĂŁo ser bandas para se fazer uma tour com o DEGREED. Mas se vocĂȘ me perguntar com quais bandas eu gostaria de viajar, eu diria KISS, IRON MAIDEN e FOO FIGHTERS!

Gostaria de deixar uma mensagem para o Brasil?

Obrigado por ouvir a mesma mĂșsica que eu adoro! Estamos juntos! E se vocĂȘ gostar da minha banda DEGREED, serei sempre grato! Obrigado!  

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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

ROCKIN' NEWS - ADRIANGALE


CAPA DO ADRIANGALE É REVELADA E VIC RIVERA FALA PARA O BRM 


Revelada a capa de "Suckerpunch!", novo ĂĄlbum dos americanos do ADRIANGALE. A capa ficou bem legal e faz uma brincadeira com o tĂ­tulo do ĂĄlbum, que significa algo do tipo "ataque de surpresa" e tambĂ©m tem a ver com a volta da banda.  Outro fato interessante Ă© que a foto foi feita em um ringue de luta de verdade com um lutador profissional.




Venho conversando com o guitarrista Vic Rivera jĂĄ desde o inĂ­cio das gravaçÔes do novo ĂĄlbum e ele estĂĄ bastante empolgado. Abaixo um trecho da entrevista com Vic que vocĂȘs poderĂŁo conferir em Setembro aqui na pĂĄgina:

Vic Rivera
"Vai soar basicamente como um ĂĄlbum do ADRIANGALE, mas espero que um pouco diferente, com certeza terĂĄ algumas coisas diferentes estilisticamente. EstĂĄ tĂŁo bom! É subjetivo, alguns poderĂŁo dizer que Ă© ruim, mas eu realmente acho que as pessoas gostarĂŁo. Pegamos o que jĂĄ fizemos de melhor atĂ© hoje e levamos a um outro nĂ­vel..."

O CD serå lançado oficialmente dia 27 de Setembro, mas estarå disponível para encomenda no site da gravadora Kivel Records jå na semana que vem.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

ROCKIN' NEWS - FERREIRA / DEGREED


MARCO FERREIRA COMENTA "5"

Semana passada fiquei devendo a nova faixa, "Night to Remember", do novo ĂĄlbum da banda FERREIRA, do brasileiro Marco Ferreira (ou Marc Ferreira). O ĂĄlbum que leva o tĂ­tulo de "5" deve ser lançado em Novembro pela MelodicRock Records.  A faixa estĂĄ bem legal, um misto de DEF LEPPARD com FIREHOUSE em minha opiniĂŁo e, por tratar-se dos mesmos integrantes, tambĂ©m soa bem similar ao GOODBYE THRILL. Confiram abaixo:    



Entrei em contato com Marco para saber mais detalhes sobre o ålbum e ele comentou com empolgação detalhes da gravação de "5" :


Sobre tempo e detalhes da gravação:
"Da prĂ©-produção atĂ© a master levou um ano. As guitarras foram gravadas algumas vezes  atĂ© achar a captador certo, menos distorção e mais crunch. Acabei usando o Seymour Duncan Pearly Gates na maioria.
Com os vocais eu tive que esbanjar mesmo. É meio que a marca registrada da banda e tendo Dario e Alex nos shows, backing vocal ao vivo eu sei que tem de sobra sem usar playback, como a maioria das bandas usa.
Mix e master... Isso aĂ­ demorou. Muita guitarra, muito backing, muita batera, muito tudo... Para mixar o CD todo Ă© hard work e masterização... Fiz umas 30 atĂ© achar a melhor para o CD."  

Sobre sua evolução como produtor:
"Estou sempre aprendendo mais e mais em termos de produção. NĂŁo se pode saber tudo, tem sempre alguma coisa nova para aprender, Um toque aqui, ali, uma sugestĂŁo de plugin de algum amigo... É o quinto CD do FERREIRA que eu produzo. Fica um pouco melhor a cada um. Estou 100% satisfeito com o "5". O Andrew Ă© bem exigente com a qualidade das bandas. E se estĂĄ bom para a MelodicRock Records, Ă© um bom sinal."

Enquanto isso, ficamos aguardando o ĂĄlbum completo!

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DEGREED NO ROCKIN' INTERVIEWS DESTE SÁBADO

Neste sĂĄbado (24 de Agosto) o vocalista e baixista da banda sueca DEGREED, Robin Ericsson, fala para o BRM com exclusividade. NĂŁo percam!


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

ROCKIN' INTERVIEWS - FM



É com enorme prazer que trago esta entrevista com uma das bandas mais importantes de AOR/Melodic Rock no mundo: a banda inglesa FM. O conjunto que foi formado em Londres no ano de 1984 estĂĄ em um Ăłtimo momento apĂłs o lançamento do excelente ĂĄlbum “Rockville”, no começo de 2013. Claro que a vontade era de fazer uma entrevista longa, passando por detalhes da carreira da banda atĂ© o momento atual. Contudo, nĂŁo foi possĂ­vel, pois os ingleses estĂŁo com a agenda cheia de compromissos, entre shows, entrevistas e gravaçÔes de vĂ­deo clipes. O vocalista e lĂ­der da banda Steve Overland e o guitarrista Jim Kirkpatrick foram gentis e me atenderam para um rĂĄpido bate-papo, com exclusividade para o Brasil. Espero que gostem! (Denis Freitas)

ENTREVISTA











Steve Overland

"Rockville" tem recebido Ăłtimas crĂ­ticas em todo o mundo e a banda tem feito vĂĄrios shows. Parece que vocĂȘs estĂŁo em um melhor momento do que no ĂĄlbum anterior "Metropolis". Como vocĂȘ vĂȘ isso?

Sim, as coisas estĂŁo indo muito bem para a banda. Estamos em uma verdadeira crescente e a resposta a Rockville tem sido fantĂĄstica.

No geral, este ĂĄlbum soa diferente do anterior, "Metropolis", que apresentou uma sonoridade um pouco mais melancĂłlica e sĂ©ria . "Rockville" soa mais positivo e "alegre". Qual foi a sensação quando vocĂȘs terminaram o ĂĄlbum? 

Por Metropolis ter sido o primeiro ĂĄlbum que fizemos em 12 anos, fomos percebendo qual era o nosso caminho e havia pressĂŁo sobre nĂłs para fazermos o ĂĄlbum certo para os fĂŁs depois de todo esse tempo. Com Rockville, nĂłs apenas escrevemos mais de 20 mĂșsicas e sentimos que encontramos a direção que a banda quer seguir agora. Estamos muito orgulhosos do ĂĄlbum.


METROPOLIS (2010)

Qual Ă© o conceito ou ideia por trĂĄs do tĂ­tulo do ĂĄlbum "Rockville" e sua capa?

NĂłs tĂ­nhamos uma Ăłtima arte com a capa antes de termos o tĂ­tulo, entĂŁo tivemos que trabalhar um pouco ao contrĂĄrio com isso. Rockville Ă© uma cidade nos EUA e somos todos fĂŁs de mĂșsica norte-americana, entĂŁo tudo acabou se encaixando.


VocĂȘ estĂĄ no mundo da mĂșsica hĂĄ muitos anos, quais foram os momentos memorĂĄveis atĂ© hoje?

Momentos memorĂĄveis ​​para mim seriam a turnĂȘ com o BON JOVI, quando eles estouraram com “Slippery When Wet”. Foi uma tour fantĂĄstica de se participar e tambĂ©m a turnĂȘ do “Tough it Out como banda principal em 1989. Tivemos a chance de tocar em alguns lugares fantĂĄsticos.

Alguma chance de trazer a turnĂȘ de “Rockville” para a AmĂ©rica do Sul? 

NĂłs adorarĂ­amos ir a AmĂ©rica do Sul e estĂĄ em nossos planos para o futuro. Muitas pessoas nos dizem que temos um bom nĂșmero de fĂŁs aĂ­, entĂŁo seria fantĂĄstico ir e encontrar todos vocĂȘs!
ENTREVISTA











Jim Kirkpatrick

Gostei muito das guitarras deste ĂĄlbum. Elas parecem estar mais "na sua cara" desta vez. Houve alguma discussĂŁo sobre o som das guitarras para "Rockville"?

Na verdade nĂŁo. Tudo o que gravamos começa com as mesmas gravaçÔes bĂĄsicas de guitarra, entĂŁo adaptamos cada canção de acordo. NĂłs realmente passamos um longo tempo gravando as guitarras  e tem bastante delas no ĂĄlbum.

Percebe-se em "Rockville" um hard rock um pouco mais clĂĄssico em relação Ă  "Metropolis", como na faixa “Crosstown Train”, por exemplo. Essa faixa Ă© excelente e inclusive tem riffs bem pesados. Como “nasceu” a  mĂșsica?

Merv surgiu com a ideia original da mĂșsica e, em seguida, Steve o ajudou a terminar e eles fizeram uma demo bĂĄsica. Uma vez que a banda entende uma mĂșsica, entĂŁo ela meio que cresce. Com “Crosstown Train”, os caras ficavam me dizendo para tocar mais rĂĄpido e mais agressivo!
"Crosstown Train"
VocĂȘs tĂȘm se apresentado por vĂĄrias partes da Inglaterra durante os Ășltimos meses e tambĂ©m em festivais na Europa. Como vocĂȘ vĂȘ o momento do hard rock por aĂ­? Tem um pĂșblico jovem frequentando os shows?

Tem um monte de fĂŁs jovens frequentando os nossos shows, o que Ă© Ăłtimo de se ver. O rock parece ter tido um grande revival aqui ao longo dos Ășltimos anos.

A banda britĂąnica VEGA, que abriu shows de vocĂȘs na Inglaterra, estĂĄ fazendo uma boa combinação de um estilo mais moderno com o antigo AOR / Hard Rock. VocĂȘ conseguiu vĂȘ-los ao vivo? VocĂȘ acha que haverĂĄ espaço para bandas assim no futuro?

Eu assisti o VEGA algumas vezes e eles são uma grande banda e caras legais. Eu espero que tenha espaço para bandas como esta no futuro, mas é um mercado realmente difícil.
Kirk e Steve
Quais sĂŁo os guitarristas que te influenciaram? Como vocĂȘ descreveria seu estilo de tocar com o FM?

SĂŁo as influĂȘncias usuais na verdade: Jimi Hendrix, Eric Clapton, Brian May, Rory Gallagher... muitos para listar. Meu estilo de tocar... Eu tenho provavelmente uma origem bem blues, mas eu gosto de achar que sou bastante melĂłdico.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

ROCKIN' NEWS - THE THEANDER EXPRESSION / FERREIRA


MAIS UM PRESENTE SUECO: THE THEANDER EXPRESSION

Mais um belo lançamento AOR/Melodic Rock chegando em Setembro pela gravadora Avenue of Allies e novamente da SuĂ©cia!! (o que tem na ĂĄgua daquele paĂ­s?) 

O ĂĄlbum "Strange Nostalgia" do THE THEANDER EXPRESSION Ă© resultado do trabalho do guitarrista e compositor sueco AndrĂ©e Theander, que recrutou um belo line-up: Göran Edman (STREET TALK, GLORY, MALMSTEEN, COVERED CALL) e o novato e promissor Christian Hedgren dividem os vocaisHerman Furin (WORK OF ART) na bateria, Linus Abrahamson no baixo e Michael Ottosson nos teclados.

O release da banda descreve o som como um ĂĄlbum de AOR puro, inclinado ao Westcoast dos anos 80 para fĂŁs de STREET TALK, TOTO, WORK OF ART e LIONVILLE.

Minha impressĂŁo inicial Ă© que o release acerta em cheio a descrição da sonoridade da banda. Os fĂŁs dos nomes citados com certeza gostarĂŁo deste ĂĄlbum, pois alĂ©m de ter as caracterĂ­sticas apreciadas do estilo, "Strange Nostalgia" tem uma qualidade acima da mĂ©dia, com belos arranjos e performances de alto nĂ­vel, regado com muita tĂ©cnica e melodia. Em breve um review completo aqui! 
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MARCO FERREIRA LANÇA "5"


Divulgada a capa e nova mĂșsica do novo ĂĄlbum do FERREIRA, banda do brasileiro, hoje morando nos EUA, Marco Ferreira. O ĂĄlbum serĂĄ lançado em Novembro via Melodic Rock Records. A banda conta tambĂ©m com seus companheiros de GOODBYE THRILL, o brasileiro Dario Seixas no baixo (ex-Great White/Firehouse) e Alex Ferreira na bateria, irmĂŁo de Marco.

Confiram!




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E amanhĂŁ:                      ROCKIN' INTERVIEWS  
                                                              
                                  FM 
                                       (Steve Overland & Jim Kirkpatrick)



terça-feira, 13 de agosto de 2013

ROCKIN' NEWS - SEVENTH KEY / DARE

Olhos e ouvidos atentos para tão aguardados lançamentos que se aproximam:

SEVENTH KEY SOBREVIVE!



O tĂŁo aguardado novo ĂĄlbum da banda, "I Will Survive", estĂĄ perto de ser lançado. Para quem nĂŁo conhece, a banda conta com integrantes de outros grandes nomes do melodic hard rock / A.O.R. : Billy Greer (KANSAS/STREETS), Mike Slammer (STEELHOUSE LANE/STREETS) e Terry Brock (STRANGEWAYS). 
JĂĄ passava da hora, pois lĂĄ se vĂŁo 8 anos (!) desde o Ășltimo lançamento da banda, “Live in Atlanta", ao vivo de 2005. O SEVENTH KEY tem 3 ĂĄlbuns lançados, o primeiro ĂĄlbum auto-intitulado de 2001 e o segundo, "Raging Fire", de 2004. Ambos excelentes trabalhos com os belos vocais de Billy e as poderosas guitarras de Mike, uma mistura do lado mais pesado do KANSAS com o hard rock com bastante melodia do STEELHOUSE LANE
Abaixo a capa do novo ålbum, divulgada no site de Billy. O BRM estå tentando maiores informaçÔes e, assim que possível, traremos novidades!

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DARE APOSTA NO "7"



Outra fantĂĄstica banda que estĂĄ prestes a lançar novo ĂĄlbum Ă© a banda britĂąnica DARE. O grupo foi formado por seu vocalista Darren Wharton (ex-tecladista do THIN LIZZY) em 1985 e tambĂ©m conta com o guitarrista Vinny Burns (que jĂĄ tocou com o ASIA e TEN). 

Os britĂąnicos lançaram o fantĂĄstico debut "Out of the Silence" em 88, fazendo um hard rock com bastante melodia e teclados em destaque. Em 1991 a banda lança "Blood from Stone", outro belo ĂĄlbum, porĂ©m mais pesado, influenciado pelo mercado hard rock da Ă©poca. A partir do terceiro ĂĄlbum, "Calm Before the Storm", de 1998, o DARE passou a ter uma sonoridade mais suave, com influĂȘncias de mĂșsica Celta, o que deixou muitos fĂŁs decepcionados, mas tambĂ©m atraiu um novo pĂșblico.

Agora a banda estĂĄ para lançar o ĂĄlbum "7", uma referĂȘncia ao seu sĂ©timo ĂĄlbum de estĂșdio, pois possuem 8 discos, dos quais um Ă© ao vivo e outro regravação. Darren disse recentemente que "o ĂĄlbum terĂĄ 12 mĂșsicas novas" e que acha que "Ă© o que os fĂŁs querem ouvir". Ainda disse: "Algo entre "Out of The Silence", "Blood from Stone" e "Belief".  Darren mandou recado aos fĂŁs da banda no Facebook e disse que "o novo ĂĄlbum estĂĄ ficando Ăłtimo".  

Enquanto isso, para matar a saudade, vamos curtir "Abandon" dos longĂ­nquos anos 80:



sĂĄbado, 10 de agosto de 2013

ROCKIN' INTERVIEWS - JOHN BILLINGS


Uma das coisas mais legais de estar em contato com mĂșsicos de todas as partes do mundo Ă© descobrir fatos curiosos e ter a possibilidade de repassĂĄ-los ao pĂșblico. Ao conversar com o mĂșsico americano John Billings, que jĂĄ tocou com RICK SPRINGFIELD, descobri uma pessoa muito simpĂĄtica e que adora o Brasil, atĂ© porque jĂĄ esteve aqui e conheceu vĂĄrias cidades! Aproveitei a ocasiĂŁo em que entrevistei o baixista sobre o ĂĄlbum “Flying high”, do projeto de melodic rock/aor LANESLIDE, para saber mais sobre sua passagem por nosso paĂ­s e sobre a Ă©poca em que tocou com RICK. Prepare a caipirinha ou o cafezinho e tenha uma boa leitura! (Denis Freitas)

ENTREVISTA

Oi John! Eu sei que vocĂȘ trabalhou com DONNA SUMMER e RICK SPRINGFIELD, mas vocĂȘ poderia contar um pouco sobre sua histĂłria como mĂșsico?

Eu mudei de Los Angeles para Nashville março de 95. Rapidamente fiz o teste e consegui a vaga com a Donna Summer. Coincidentemente, o primeiro lugar que fomos foi uma excursĂŁo para o Brasil! Foi a viagem mais incrĂ­vel da minha vida. Fomos atĂ© a costa e foi a maior aventura que eu jĂĄ tive, de fazer mĂșsica e ganhar a vida ao fazĂȘ-lo. A partir daĂ­ eu fiquei com Donna mais 16 anos, mas ao longo do caminho, nos momentos em que ela nĂŁo estava em turnĂȘ, eu trabalhei com outros artistas. Alguns eram artistas de mĂșsica country como Wynonna, Tanya Tucker e Chely Wright, mas, eventualmente, para alguns artistas pop como RICK SPRINGFIELD e Micky Dolenz do Monkees.TambĂ©m hĂĄ 14 anos eu trabalhei em Nashville com uma famĂ­lia chamada Wooten Brothers. A partir desse trabalho, eu tive que me esforçar musicalmente e tecnicamente atĂ© onde eu  pensava que nĂŁo poderia chegar. Nos Ășltimos 18 anos, eu tenho tido o incrĂ­vel privilĂ©gio e sorte de substituir outros baixistas com outros artistas, gravar e produzir no estĂșdio e atĂ© comecei a entrar no mundo do vĂ­deo. Tem sido uma jornada incrĂ­vel!

Eu sei que vocĂȘ veio algumas vezes para o Brasil com Donna Summer. VocĂȘ chegou a ver algum show de mĂșsica brasileira por aqui? Quais sĂŁo as melhores recordaçÔes que vocĂȘ tem?
John com Donna Summer

Quando fui pela primeira vez ao Brasil, em abril de 1995, um trompetista de jazz local chamado El Buho me deu um nome e nĂșmero de um "amigo" que tinha no Brasil. Ele disse que eu deveria procurĂĄ-lo, sair com ele e fazer alguns shows e me conectar. Eu me senti um pouco estranho em chamar uma pessoa aleatĂłria para sair em um paĂ­s que eu nunca visitei, entĂŁo eu simplesmente nunca entrei em contato. No final da minha estadia, eu comentei isso com a nossa intĂ©rprete, que me perguntou quem era este artista brasileiro. Eu disse, "um cara chamado, Milton. Milton Nascimento?" (risos). VocĂȘ deveria ter visto a cara dela, foi impagĂĄvel. Quando ela explicou quem Milton era, eu fiquei em choque. Que erro foi nĂŁo ter entrado em contato com ele! Quando cheguei em casa, claro, fui e ouvi algumas de suas mĂșsicas e, nossa!, o cara Ă© incrĂ­vel!. Eu gostaria de ter sido mais corajoso!
Viajar com Donna Summer naquele momento nos proporcionou oportunidades incrĂ­veis para experimentar muito da cultura. Tivemos apresentaçÔes, jantares com bailarinos e mĂșsicos, me aventurei e descobri mĂșsica ao longo do caminho. Nos Estados Unidos, um pandeiro Ă© tocado de forma muito simples, com acentos na segunda e quarta, ou oitava nota durante uma seção de uma mĂșsica para mudar a vibração rĂ­tmica. Uma noite, trouxeram um cara nos bastidores em SĂŁo Paulo e eu o vi fazer coisas com um pandeiro que me impressionaram! Ele era uma seção rĂ­tmica inteira!
A cultura, as pessoas bonitas, a natureza amigĂĄvel de todos ... eu nunca experimentei isso em qualquer outro lugar. Ir para a estĂĄtua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro. Andar em Ipanema. Beber caipirinhas! Ver Capoeira, pela primeira vez, tĂŁo perto que vocĂȘ podia sentir o vento. Estar em um pequeno barco no rio Amazonas, em Manaus, onde as ĂĄguas pretas e marrons nĂŁo se misturam, andar em cima das duas correntes que se interceptam. Macacos pendurados ali para fora no nosso restaurante. Ter o dia de folga em Fortaleza e o Hotel Marina Park e passeios de barco para o grande navio abandonado ao largo da costa. Ter o meu quarto inundado pela chuva durante nossa estadia em Recife. A ĂĄgua estava no meu banheiro! Procurar a academia de Jiu -Jitsu Gracie com Nara Pinto (nossa intĂ©rprete), em SĂŁo Paulo. As pessoas abertas e amigĂĄveis que conheci todos os dias. MemĂłrias que vou ter para sempre e definitivamente nĂŁo serĂĄ a Ășltima vez que experimento o Brasil. Voltarei na primeira chance que tiver!

VocĂȘ tocou com RICK SPRINGFIELD. VocĂȘ acha que existe um certo preconceito contra ele por ser um ator de sucesso. Sempre o achei um grande compositor e mĂșsico...


Rick Ă© antes de tudo um escritor e mĂșsico. Se vocĂȘ ler sua autobiografia, ele conta a histĂłria de quando tornou-se um ator. Vale a pena ler! A tragĂ©dia Ă© que eu acho que ele nĂŁo foi reconhecido tĂŁo bem como um mĂșsico por causa de sua carreira de sucesso como ator. Mas vocĂȘ tem que lembrar que quando ele lançou Jessie's Girl, foi GIGANTE. Ele foi grande na Ă©poca, pela popularidade da mĂșsica e seu papel como ator em uma novela muito popular. Foi um ano fantĂĄstico viajar com ele e com a banda. Eu amei esses caras e consegui conhecer alguns de seus dedicados fĂŁs tambĂ©m. Ele Ă© um compositor genial e ainda melhor pessoa, sempre conectado muito fortemente com sua banda e seus fĂŁs.

John na época em que tocou com Rick Springfield por volta de 2004
Quais sĂŁo seus mĂșsicos e bandas favoritas no Rock? Que banda gostaria de fazer parte?

Pergunte a qualquer mĂșsico quais sĂŁo seus mĂșsicos favoritos e vocĂȘ vai receber de volta uma longa lista muito complicada de pessoas. Tal como acontece com todos os mĂșsicos, eu jĂĄ passei por tantas fases de ouvir diferentes artistas e gĂȘneros... Mas um bom barĂŽmetro do que alguĂ©m estĂĄ curtindo Ă© descobrir o que estĂĄ em seu computador ou smart phone. Olhando nos meus, aqui vai ...
Desde cerca de 2007-2008, comecei a mergulhar cada vez mais em Nine Inch Nails. Depois que "With Teeth" foi lançado, eu fiquei viciado! Eu ainda tenho esse CD pronto para ouvir em qualquer lugar e muitas vezes coloco quando eu preciso me sentir "pra cima" e animado. Eu iria caminhando de Nashville para Los Angeles sĂł para tocar com Trent Reznor! (risos) 

John com o projeto de melodic hard rock LANESLIDE (2013)
Eu tambĂ©m voltei a apreciar a Ă©poca de "Wings" de Paul McCartney. Grandes mĂșsicas e muito boa de produção. Essa Ă© outra banda que eu gostaria de estar: em pĂ© no palco com ele tocando o repertĂłrio dele e dos Beatles. Eu invejo Rusty Anderson e Brian Ray, serem capazes de estar lĂĄ, noite apĂłs noite com Paul!.
Como um baixista, eu tenho e sempre terei um amor profundo pelo R & B, soul e funk. Bootsy Collins, Tower of Power, Cameo, Ohio Players, Rick James, Slave, Earth, Wind and Fire, Prince, The Time, Larry Graham, Sly Stone, Chic, The Commodores, toda a era da mĂșsica e mĂșsicos. Eu tambĂ©m cresci ouvindo exclusivamente o rock. A razĂŁo de eu tocar baixo Ă© porque eu amava Gene Simmons (KISS)! EntĂŁo, quando minha tĂ©cnica ficou melhor eu comecei a curtir cada vezr mais rock progressivo como YES e RUSH. Jazz moderno tambĂ©m era algo que eu amava com Return to Forever, Allan Holdsworth, Scott Henderson, Jaco Pastorius, Stanley Clarke, Marcus Miller e Will Lee.
Hoje eu estou mais na mĂșsica do que nos mĂșsicos, mas de vez em quando eu ouço um novo jovem baixista por aĂ­ que me deixa animado e me faz querer voltar a praticar!

Hoje John Billings estĂĄ envolvido em diferentes projetos, alĂ©m de tocar com o LANESLIDE, o mĂșsico tambĂ©m faz parte da banda The Monkees, que estĂĄ atualmente em turnĂȘ pelos EUA.