Por conta de compromissos de extrema importĂąncia, nĂŁo foi possĂvel fazer a atualização desta quinta/sexta. SĂĄbado estamos de volta com uma entrevista imperdĂvel:
ANDRĂE THEANDER Qual foi o conceito que tinha em mente quando idealizou o ĂĄlbum?
"O Ășnico conceito que eu tinha em mente ao fazer este ĂĄlbum era o de mantĂȘ-lo
muito pessoal para mim na letra e mĂșsica. As letras sĂŁo sobre experiĂȘncias de vida e minhas prĂłprias emoçÔes impressas. Musicalmente tentei misturar tudo o que eu mais gosto de fazer quando eu faço mĂșsica,
melodias fortes misturadas com riffs com groove, harmonias interessantes e um
monte de solos de guitarra."
Conforme anunciado jĂĄ hĂĄ bastante tempo, o baixista do DANGER DANGER, Bruno Ravel, concedeu uma bela entrevista para o BRM e agora finalmente vocĂȘs poderĂŁo conferir em ĂĄudio com legendas em PortuguĂȘs aqui. Ă neste sĂĄbado, imperdĂvel!
Quando
vocĂȘs formaram a banda, houve alguma conversa a respeito de como vocĂȘs
gostariam de soar? Havia um projeto com planos profissionais para a banda logo
no inĂcio?
Eu gosto
muito do primeiro ĂĄlbum, "Life, Love, Loss", que teve Ăłtimas crĂticas
ao redor do mundo. Como vocĂȘ se sente sobre este ĂĄlbum apĂłs trĂȘs anos de seu
lançamento? Ficou insatisfeito com alguma coisa nele?
Venho conversando com o guitarrista Vic RiverajĂĄ desde o inĂcio das gravaçÔes do novo ĂĄlbum e ele estĂĄ bastante empolgado. Abaixo um trecho da entrevista com Vic que vocĂȘs poderĂŁo conferir em Setembro aqui na pĂĄgina:
Com os
vocais eu tive que esbanjar mesmo. Ă meio que a marca registrada da banda e
tendoDarioeAlexnos shows, backing vocal ao vivo eu
sei que tem de sobra sem usar playback, como a maioria das bandas usa.
Enquanto isso, ficamos aguardando o ĂĄlbum completo! ______________________________________________________________ DEGREED NO ROCKIN' INTERVIEWS DESTE SĂBADO
Neste sĂĄbado (24 de Agosto) o vocalista e baixista da banda sueca DEGREED, Robin Ericsson, fala para o BRM com exclusividade. NĂŁo percam!
Merv surgiu com a ideia original da mĂșsica e, em seguida, Steve o ajudou a
terminar e eles fizeram uma demo bĂĄsica. Uma vez que a banda entende uma
mĂșsica, entĂŁo ela meio que cresce. Com “Crosstown Train”, os caras ficavam me
dizendo para tocar mais rĂĄpido e mais agressivo!
Quais sĂŁo os guitarristas que te influenciaram? Como vocĂȘ descreveria
seu estilo de tocar com o FM?
SĂŁo as influĂȘncias usuais na verdade: Jimi Hendrix, Eric Clapton, Brian
May, Rory Gallagher... muitos para listar. Meu estilo de tocar... Eu tenho
provavelmente uma origem bem blues, mas eu gosto de achar que sou bastante
melĂłdico.
O release da banda descreve o som como um ĂĄlbum de AOR puro, inclinado ao Westcoast dos anos 80 para fĂŁs de STREET TALK, TOTO, WORK OF ART e LIONVILLE.
Olhos e ouvidos atentos para tão aguardados lançamentos que se aproximam:
SEVENTH KEY SOBREVIVE!
O tĂŁo aguardado novo ĂĄlbum da banda, "I Will Survive", estĂĄ
perto de ser lançado. Para quem não conhece, a banda conta com integrantes de outros grandes nomes do melodic hard rock / A.O.R. : Billy Greer (KANSAS/STREETS), Mike Slammer (STEELHOUSE
LANE/STREETS) e Terry Brock (STRANGEWAYS).
JĂĄ passava da hora, pois lĂĄ se
vĂŁo 8 anos (!) desde o Ășltimo lançamento da banda, “Live in Atlanta", ao vivo de 2005. O SEVENTH KEY tem 3 ĂĄlbuns
lançados, o primeiro ålbum auto-intitulado de 2001 e o segundo, "Raging Fire", de 2004. Ambos excelentes trabalhos com os belos vocais de Billy e as poderosas guitarras de Mike, uma mistura do lado mais pesado do KANSAS com o hard rock com bastante melodia do STEELHOUSE LANE.
Abaixo a capa do novo ĂĄlbum, divulgada no site de Billy. O BRM estĂĄ tentando maiores informaçÔes e, assim que possĂvel, traremos novidades!
Eu sei que vocĂȘ veio algumas vezes para o Brasil com Donna Summer. VocĂȘ chegou a ver algum show de mĂșsica brasileira por aqui? Quais sĂŁo as melhores recordaçÔes que vocĂȘ tem?
Desde cerca de 2007-2008, comecei a mergulhar cada vez mais em Nine Inch
Nails. Depois que "With Teeth" foi lançado, eu fiquei viciado! Eu ainda
tenho esse CD pronto para ouvir em qualquer lugar e muitas vezes coloco quando eu preciso me sentir "pra cima" e animado. Eu iria caminhando de Nashville para Los Angeles sĂł para tocar com Trent Reznor! (risos)
John com o projeto de melodic hard rock LANESLIDE (2013)
Hoje eu estou mais na mĂșsica do que nos mĂșsicos, mas de vez em quando eu ouço
um novo jovem baixista por aĂ que me deixa animado e me faz querer voltar a praticar!