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AOR, Hard Rock, Melodic rock

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terça-feira, 3 de setembro de 2013

ROCKIN' NEWS - DARE / PLACE VENDOME



NOVO DO DARE SÓ EM 2014 E PODE SER SAGRADO

Darren Wharton prevê o lançamento do novo álbum do DARE para o começo de 2014 e não para este ano como era previsto. Darren confirmou a informação em recente conversa que tive com o vocalista e líder da banda britânica e também disse ter cerca de sete músicas prontas para o novo álbum, porém, por conta de vários compromissos e problemas, não conseguirá finalizá-lo até Outubro. Além disso, Darren cogita mudar o título do álbum de “Seven” para “Sacred Ground”, mas ainda não se decidiu.

A banda continua fazendo shows pela Europa e se prepara para tocar no FIREFEST, junto com W.E.T. e HAREM SCAREM e WORK OF ART, no dia 18 de Outubro.  Vocês poderão conferir em breve aqui no BRM uma entrevista exclusiva com este grande músico e compositor que, como muitos sabem, também é integrante do THIN LIZZY. Em breve!
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NOVO DO PLACE VENDOME MENOS DISTANTE

A Frontiers Records anunciou o lançamento do novo álbum do PLACE VENDOME, “Thunder in the Distance”, para 01 de Novembro na Europa e 05 de Novembro na América do Norte.

O novo álbum traz composições e colaborações de vários músicos incluindo Magnus Karlsson (PRIMAL FEAR), Timo Tolkki, Alessandro Del Vecchio (HARDLINE), Tommy Denander (Radioactive), entre outros.

Mais uma vez em seu lineup a banda traz os fantásticos vocais de Michael Kiske (ex-HELLOWEEN) e a competência de Dennis Ward (Pink Cream 69) no baixo, guitarra e vocais, além de Dirk Bruineberg – Bateria, Gunter Werno - Teclados e Uwe Reitenauer - guitarras.

Pelo que se pode conferir dos trechos (abaixo), vem aí outro excelente álbum do projeto que já mostrou ter muito boa aceitação. Mais uma vez Kiske parece dar uma aula nos vocais!
Confira trechos do novo álbum "Thunder in the Distance"

segunda-feira, 1 de abril de 2013

ROCKIN' INTERVIEWS - James Martin (Vega)





O Vega surgiu na Inglaterra em 2009, resultado da união do vocalista Nick Workman (ex-Kick) e dos irmãos gêmeos Tom e James Martin (guitarras e teclados respectivamente). Tom e James são duas "máquinas" compositoras de melodic hard rock. Grandes nomes do hard rock já gravaram músicas da dupla, entre eles: House of Lords, Ted Poley, Dennis Ward, Danny Vaughn e Joe Lynn Turner (!!!). A união dos irmãos com os excelentes vocais e composições de Nick Workman, acompanhados do baterista Dan Chantrey, trouxe ótimos resultados e em 2010 gravaram seu debut, "Kiss of Life", pela Frontiers Records (como sempre), atraindo bastante atenção devido à sonoridade AOR com toques mais modernos. Aparentemente querendo mais liberdade para compor, o Vega deixa a Frontiers e lança agora em 2013 pela Spinefarm Records "What The Hell!", um belo cd de melodic hard rock com sonoridade atual e com muita qualidade,  que com certeza levará a banda a novos patamares. Conversei com o simpático tecladista e compositor James Martin pouco antes de partir para tour com os também britânicos do FM. James pareceu mais empolgado e falante quando questionado sobre as novas músicas. Espero que gostem!   (Denis Freitas)                                                                                                          

ENTREVISTA

Primeiramente, parabéns pelo novo álbum! Um dos melhores cds de melodic hard rock do ano até agora em minha opinião. Gostei muito da produção e a qualidade da gravação. Vocês realmente prestam atenção nos detalhes, quem produziu o cd? Onde foi gravado? Particularmente, achei muito bons os teclados em todas as músicas.

O álbum foi gravado em York e produzido por John Greatwood e nós mesmos. Obrigado pelas palavras gentis, na verdade os teclados são colocados nas músicas de acordo com o nosso gosto. O engraçado é que, se você ouvir as músicas apenas com baterias e teclados, elas na verdade soam um pouco Trance e New Wave que também gosto muito, tipo Alphaville ou Sash.


A faixa título do álbum "What the Hell!" tem um toque de Def Leppard, você concorda? Eles são uma grande influência para a banda? Ambas as bandas tem o hard rock e elementos pop na música ... De quem foi a ideia para a capa do álbum?

Sim. Def Leppard é provavelmente nossa maior influência. Nós tivemos sorte o suficiente de ter Joe Elliott a nos dar alguns conselhos sobre os estágios iniciais de gravação, que foi uma grande satisfação para nós. A música “What the Hell!” foi escrita com o Leppard em mente e também como um hino. O Def Leppard também era conhecido por abraçar outros estilos de música e nós também gostamos. A capa do álbum foi ideia do Dan Chantreys penso eu, que queria uma declaração para a capa e toda a obra de arte de propaganda vintage ficou exatamente como queríamos. Foi feita por Richard Mace.

O que os difere da maior parte das bandas do gênero é que vocês tem músicas em que  mostram um lado mais dramático e melancólico como em "Not There for You" ou "She Walks Alone", também devido ao estilo vocal de Nick. A mesma coisa acontece com as bandas FM, Dare e outros do gênero pop. Este é um ingrediente especial britânico?

Nós realmente não tentamos soar britânicos ou coisa parecida, nós apenas fazemos o que gostaríamos de ouvir. Mas as bandas que você menciona são uma influência para mim e especialmente Tom. Talvez seja um ingrediente especial. Nós adoramos grandes refrões e partes dramáticas, mas sem ser progressivo.


Nick está fazendo um excelente trabalho no cd, ele tem uma voz única, que, na minha opinião, define o estilo e a direção da banda, você concorda? Ele realmente se destaca na balada "It’s gonna be alright",  que poderia facilmente ser um grande sucesso. Qual foi o sentimento quando vocês finalizaram essa faixa?

Quando estávamos prontos para gravar o álbum, gostaríamos que cada música fosse um grande sucesso, assim como em “Hysteria” ou “Waking up the Neighbours”. Ficamos muito felizes com “It’s gonna be alright”, tem uma ótima vibração nela. Sobre Nick Workman, Tom e eu somos fãs de sua voz desde que o escutamos pela primeira vez com o Kick e as duas músicas que ele co-escreveu no debut do Kick foram nossas favoritas e agora tivemos como bônus Nick co-escrevendo todas as músicas do VEGA, ele trabalha as letras e as melodias. Se você ler as letras de uma música do Vega, verá a profundidade na escrita em relação às letras bem comuns do gênero AOR. Você pode conferir as histórias por trás das músicas em www.vegaofficial.com.


VEGA
Vocês adicionam alguns elementos modernos em suas músicas, mas sem "exageros", o que torna a música de vocês mais rica e atualizada e isso é ótimo. No entanto, vocês na banda tem a consciência de que os fãs do Vega e fãs de rock em geral podem não gostar se vocês usarem demais esse recurso? Vocês pensam sobre isso e levam em consideração quando escrevem? Os fãs do Vega e fãs de sua banda anterior “Station Club” (mais voltado ao pop e eletrônico) provavelmente não tem o mesmo perfil, certo?

Para ser honesto, não tentamos agradar ninguém além de nós mesmos. Queremos ser criativos, sem restrições ou receitas. No nosso debut nos sentimos como se tivéssemos essas orientações, mas agora gravamos WTH sem uma gravadora, então só fizemos o que queríamos. Uma boa pergunta sobre os fãs, eu tenho certeza que os fãs incondicionais de AOR vão resmungar porque não soamos como em 1980 e não temos um refrão “dois corações batendo”,  mas qual é a motivação para um músico ao fazer isso? “Fade to the flames”  foi baseado em uma idéia de música do Enigma e Noel Gallagher do Oasis provavelmente poderia cantar “Bless My Soul” em um  acústico.

Qual é a sensação de fazer uma turnê com uma das maiores bandas britânicas de AOR, o FM? Eles têm uma pegada de hard rock com um toque de blues e você soam mais modernos e atuais, mas sem fugir muito do mesmo tipo de som, como se fossem seus “filhos” em termos de evolução musical, uma ótima combinação em minha opinião ...

O FM é uma das nossas bandas favoritas de melodic rock e é uma honra poder sair em turnê com eles, eu nunca fui muito interessado em blues, mas eles são bons nisso. Steve Overland tem um vocal de muita qualidade também.
James e Tom Martin
Você e seu irmão escreveram e gravaram  para grandes nomes do hard rock mundial, como o House of Lords, Ted Poley, Dennis Ward, Danny Vaughn e Joe Lynn Turner para citar alguns. Você deve ter muito orgulhos de suas habilidades como compositor, porque com todos estes grandes artistas  gravando suas músicas deve ser como receber um grande reconhecimento, é um prêmio, certo?

Sim, é um grande sentimento quando você escreve uma música e ela fica excelente e também um sentimento ruim quando ela é arruinada (risos). A Frontiers viu nosso potencial e ajudou a colocar nossas músicas em álbuns, enquanto que todas as outras gravadoras e selos de AOR que passaram antes deles não deram atenção, por isso somos gratos a eles.

Vocês escreveram as músicas no álbum "The Greatest Wonder" do Khymera (projeto de Dennis Ward) em sua totalidade? Acho esse álbum injustiçado, é um grande álbum com excelentes músicas e os vocais de Dennis Ward estão fantásticos...

Sim, Dennis tem uma grande voz e, sim, escrevemos todas as músicas em “The Greatest Wonder”, fico feliz que você gostou, porém eu não acho que a capa do álbum ajudou (risos). Obrigado pela entrevista e o apoio, esperamos poder ir ao Brasil um dia!


SITE OFICIAL:   www.vegaofficial.com